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Porto Alegre, segunda-feira, 26 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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26/11/2018 - 01h00min. Alterada em 26/11 às 01h00min

A insanidade das castas

Sergio J. Kaminski
As castas da política e poderes públicos se apropriam da produção do cidadão comum desde sempre, cada vez mais sem pudor, constrangimento e face avermelhada... Sanguessugas tal qual erva daninha montada no caule das árvores frondosas. Os aumentos salariais estúpidos e imorais concedidos ao STF - Supremo Tribunal Federal, TCE - Tribunal de Contas do Estado, MP - Ministério Público, juízes, promotores e Assembleia agridem, uma vez mais, o cidadão que produz a riqueza que gera recursos para os privilegiados de "um outro mundo", embora o sistema solar seja o mesmo para todos... Um Estado submisso e de bruços para suas repugnantes aristocracias que flutuam na brisa leve e fresca que embala uma casta privilegiada repugnante... Tal brisa jamais vai refrescar o suor do rosto daqueles que geram riquezas, empregos e impostos.
Os professores, médicos, engenheiros, policiais civis e militares e boa parte do Executivo rastejam no chão raso, empoeirado e calorento da lida diária... Estes os educaram, os mantiveram saudáveis, edificaram suas moradas e prestaram serviços para aqueles que, aquinhoados por privilégios, "parecem" não serem partícipes da sociedade que, generosa e passivamente, os mantém nos camarotes de cima de uma embarcação com a linha d'água já na casa de máquinas.
O Estado não cuida do seu cidadão porque nada sobra, a não ser pagar salários com atrasos repetidos e parcelados. Já a casta da burocracia estatal, afora aumentos indecentes, recebe em dia pelos péssimos e vagarosos serviços que entrega para a sociedade.
Nossos "representantes e "líderes" da sociedade onde se escondem? Por que não combatem? Por que se omitem? Ciro Pellicano (publicitário e autor do livro "A última coisa que pretendo fazer é morrer") parece ter aconselhado quem deva gritar na justa defesa da sociedade quando diz "Diga não aos poderosos, mas tome cuidado para não ser ouvido". Cuidado que não tive agora e aqui!
Engenheiro civil
 
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