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Porto Alegre, terça-feira, 20 de novembro de 2018.
Dia Nacional da Consciência Negra. Dia Universal das Crianças.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 20/11/2018. Alterada em 20/11 às 08h27min

Orla do Guaíba

Muito boa a matéria na página 19, edição de 16/11/2018 do Jornal do Comércio, sobre a orla do Guaíba e pontos interessantes. O porto-alegrense perdeu parte do interesse pelo seu rio ou lago, conforme insistem alguns, mas que tem muitas belas paisagens e recantos. (Ingo Rafaelli, Porto Alegre)
Fim dos arroubos
O presidente eleito Jair Bolsonaro, aos poucos, vai abandonando os seus arroubos eleitorais. Não extinguirá o Ministério do Meio Ambiente, que faz um bom trabalho. Ele tem mesmo é que enxugar as despesas de alguns ministérios, mas sem extingui-los. Tem muitos cargos em comissão, pode cortar um bom percentual. (Celso de Freitas, Porto Alegre)
Médicos cubanos
Desconfiei do programa Mais Médicos com a chegada de milhares de profissionais cubanos. Mas, com o passar dos anos, julgo - segundo depoimentos e nas pequenas cidades onde eles trabalharam - que foi uma boa atitude da então presidente Dilma Rousseff (PT). Mas, acabou o encanto. Espero que o governo federal encontre uma ideia para substituir, e logo, os médicos que não voltarão ao Brasil desde a ilha do Caribe. (Telmo Souza de Aguillar, Arroio do Meio/RS)
Moro e o PT
Na concepção doentia e desesperada do PT, o juiz Sérgio Moro teria condenado Lula, de caso pensado, para ganhar o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro. Não explica, contudo se os desembargadores do TRF-4, que confirmaram a condenação de Lula, a partir da qual ele ficou efetivamente impedido de concorrer, faziam parte desse "conluio eleitoreiro". Não explica também se o povo brasileiro, que elegeu Bolsonaro presidente, já tinha sinalizado via pesquisas, quando Lula foi condenado, que o elegeria chefe da Nação. Igualmente não explica se dá para considerar um "bom negócio" trocar 22 anos de uma carreira sólida na Magistratura federal por um cargo instável de ministro, que pode ser retirado do seu detentor com um simples canetaço do presidente da República. Sobre a alegação de que Moro, mesmo em férias, não poderia participar das articulações do futuro governo Bolsonaro, os petistas não citam nenhuma lei expressa que limite qualquer profissional de usar suas férias como bem entender. A participação de Moro, nessas tratativas, não são de natureza político-partidária e não possuem caráter oficial que possa enquadrá-la como incompatível com a atividade de juiz. (Lino Tavares, jornalista)
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