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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de novembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Opinião

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08/11/2018 - 01h00min. Alterada em 08/11 às 01h00min

Energética: presente no Brasil e no mundo

Zelmute Marten
As metas estabelecidas pelo Acordo de Paris, os alarmantes resultados indicados pelo Painel Intergovernamental da ONU, que prevê aquecimento de 1,5 a 2° célsius na temperatura do planeta em 2030 a 2052, indicam como a pauta relacionada à eficiência energética é presente no Brasil e no mundo. Estudo da Bloomberg Energy aponta que a fonte fotovoltaica representará 32% da energia produzida no Brasil até 2034. Seminário realizado pela Folha de São Paulo em 19/10/2018 foi palco de apresentação do trabalho "Custos e Benefícios das Fontes de Geração Elétrica" que, segundo o estudo, em 2035, o Brasil pode ter aumentado em 68% a participação de renováveis em sua matriz elétrica em relação ao previsto oficialmente no Plano Decenal de Energia 2026, que chegaria a representar 94% da matriz, afirma o Instituto Escolhas. A implantação em empresas ou residências de sistemas de mini e microgeração distribuída de energias renováveis (solar, eólica ou biomassa), a adoção de sistemas de iluminação pública com lâmpadas LED, usinas solares, parques eólicos, são tendências que consolidam uma nova economia de negócios de bilhões de dólares em escala global.
Este contexto considera objetivos como minimizar preços ao consumidor, evitar racionamentos, impedir falhas de fornecimento (robustez) e satisfazer políticas públicas, como o plano de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, possibilidades que necessitam de marcos legais. É imprescindível garantir segurança aos empreendedores, consumidores e investidores, disponibilizar linhas de financiamento com juros subsidiadas e longo prazo. Todas estas ações, aliadas à certificação das empresas que atuam no setor, são impulsos vitais para consolidação deste virtuoso mercado.
Jornalista
 
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