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Porto Alegre, segunda-feira, 05 de novembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Opinião

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Edição impressa de 05/11/2018. Alterada em 05/11 às 01h00min

Apoio ao setor calçadista

Demétrio de Moura Lima
Os governos estadual e federal terão pela frente a difícil tarefa de reorganizar a economia de modo a reduzir o desemprego que causa danos de ordem social sem precedentes. Setores como o calçadista, no Rio Grande do Sul, precisam ser estimulados. Segundo a Abicalçados, as exportações do segmento superam os 600 milhões de dólares por ano, mesmo com a concorrência internacional, sobretudo dos países asiáticos. Este número representa cerca de 40% do total exportado pelo País. Além disso, os calçadistas gaúchos dominam a produção para o mercado interno.
Com modernização do parque industrial e apoio do governo, a performance setorial poderá ser melhorada. Ocorre, no entanto, que a própria indústria de máquinas e de componentes foi sucateada por intenso processo de desindustrialização. As importações, mesmo atuando de forma concorrencial com a indústria brasileira, têm sido alternativas para reduzir custos de operação no setor calçadista.
Divisas importantes para o Rio Grande do Sul têm sido carreadas pelo segmento coureiro-calçadista e será necessário incentivar essas empresas, para que não sejam engolidas pela crise, responsável pelo fechamento de muitas unidades produtivas, neste ano. Como se trata de ramo que absorve muita mão de obra, ações governamentais no sentido de reduzir o desemprego devem considerar esse importante ramo industrial. Sem necessidade de modificar alíquotas através de renúncias fiscais, olhando para os aspectos locacionais e melhorias na infraestrutura os governos estarão contribuindo para manter o ritmo e até possibilitar crescimento de um dos mais importantes setores da economia gaúcha, como é o calçadista.
Empresário
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