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Porto Alegre, quinta-feira, 18 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Opinião

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18/10/2018 - 01h00min. Alterada em 18/10 às 01h00min

Por que devo exercer o direito de votar

Nicolau Rodrigues da Silveira
O Brasil é uma das maiores democracias do mundo, atualmente com 147 milhões de eleitores. O voto é a parcela de poder conferida a cada cidadão para que se manifeste nos assuntos do seu interesse individual e coletivo, seja elegendo os governantes do País, seja participando de plebiscitos, referendos e projetos de iniciativa popular. Pela defesa desse direito, privilégio de quem vive numa democracia, milhões de pessoas, por um longo tempo da história da humanidade, sofreram atrocidades, derramaram sangue, lágrimas e sacrificaram suas vidas. Por isso, é um direito sagrado, que merece ser exercido com a dignidade que faça justiça a todos os que por ele lutaram e deram suas vidas.
O Brasil vive um momento muito importante da sua história com o processo de eleição do presidente da República e dos governadores. Sobre a eleição do presidente da República, as opiniões se dividem em posições extremadas que sugerem até uma ruptura da paz social tão importante para o desenvolvimento do País. No entanto é necessário considerar que o arcabouço constitucional, vigente no País há 30 anos, assegura todos os mecanismos capazes de deter qualquer tipo de abuso de poder, seja lá qual dos dois candidatos possa ser o escolhido pela maioria do povo brasileiro.
Contudo, é de extrema relevância que todos compareçam às urnas para exercer o seu direito ao voto. São dois candidatos, duas correntes de pensamento. A que for vencedora deverá receber o apoio da outra, pois, em tese, todos querem o bem do Brasil e do povo brasileiro. Não há lugar para uma terceira via - a dos que se omitem.
Por isso, vote. Mostre o seu amor pelo Brasil, ajude a decidir e se comprometa com a decisão. Este é o seu País, o seu berço, não se omita porque o futuro dos seus descendentes, filhos, netos e bisnetos, depende do Brasil que todos nós temos o dever de construir, amar e defender.
Advogado e presidente da Fundação Mantenedora da FACCAT
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