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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de outubro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

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10/10/2018 - 01h00min. Alterada em 10/10 às 01h00min

Simers: fortaleza (?) a serviço da saúde

Edson Prado Machado
Como médico associado e fazendo parte da construção do que significa hoje o Simers, lembro que ao longo destes 20 últimos anos, de forma alternada, diversos colegas contribuíram com seu trabalho, e sua dedicação, para consolidar o Sindicato Médico do RS como a principal entidade médica do país e ajudamos o sindicato a saltar de 2.500 para mais de 15.000 associados. Nos últimos anos, entretanto, vários colegas foram afastados ou se retiraram espontaneamente porque se opunham à forma como os assuntos vinham sendo tratados na entidade, sempre de forma monocrática e pouco transparente, determinando por instaurar a rivalidade, instabilidade e insegurança.
Resolvemos nos organizar em um movimento de oposição e montamos uma chapa, o que sempre é salutar. O que é inaceitável, no entanto, é a maneira como o grupo que detém o poder há vinte anos vem tratando este movimento legitimo de tentativa de renovação, plantando inverdades, destruindo reputações e utilizando-se da máquina administrativa do sindicato a qualquer custo, a qualquer preço.
O Simers é muito maior do que o grupo que o dirige. Não é uma fortaleza, não é um bunker, não é uma fortificação. O Simers é um conceito, é uma instituição, é o resultado da luta de todos os médicos que lutam por melhores condições de trabalho, de remuneração justa e de reconhecimento junto à sociedade. O Simers é dos médicos e da sociedade. O Simers é nosso, inclusive deste grupo que hoje reivindica democraticamente o direito de dirigi-lo.
Entendemos que a alternância e a renovação são valores reclamados pela sociedade brasileira tanto na política nacional como nas representações das categorias profissionais que ajudam a construir nosso País. Participamos da construção deste Simers, queremos salvá-lo!
Médico
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