Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 03 de outubro de 2018.
Dia do Petróleo Brasileiro. Dia Mundial do Dentista.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

artigo

03/10/2018 - 01h00min. Alterada em 03/10 às 01h00min

E o tal de propósito organizacional?

Alex Pipkin
Liderança pelo exemplo. Abaixo a retórica. Líderes possuem influência desproporcional. Oratória entoada é padrão: pessoas, maior ativo! Na economia do conhecimento, readequação de habilidades e competências é via dupla; líderes e liderados. Conhecimento é indissociável das pessoas. Contam experiências, conhecimento contextual e culturas empresariais. Propósito organizacional é a razão de existir. Busca incessante de causa nobre. Para funcionários, significa participação, valorização e orgulho por tal causa. Pessoas desejam desenvolvimento, aprendizado constante e clima promotor de coletividade e respeito. Organizações possuem quadros afixados em áreas-chave com ilustres princípios estampados.
Entretanto, obrigações e expectativas morais, sociais e psicológicas não necessariamente estão escritas. Caso rompimento de "contrato invisível", imperam insatisfação e desengajamento. Todos precisam de carinho e acompanhamento. Respeito pelas realizações e histórico. Quando liderança assegura valorização e respeito, comprometimento é visceral. Contudo, líderes individualistas disputam recursos, status e influência. Comportamentos contraproducentes. Desconfiança dificulta tomada de decisões e fratura empresa. Funcionários também podem não almejar desafios ou talentos não se encaixarem na empresa. Tempos de crises internas, mau gerenciamento e/ou externas, econômica ou baixo crescimento. Relacionamentos sujeitos a interrupção.
Hora da verdade quanto ao genuíno propósito. Organizações respeitáveis dialogam claramente e propõem processo de transição. Desligamentos benéficos, sem ressentimentos. Respeito mútuo. Infortúnio não é a circunstância; divisor de águas é a forma. Sem o necessário respeito, apoiadores transformam-se em ferrenhos detratores. Menos retórica e proselitismos, muito mais sensibilidade e lógica. Estratégias vencedoras impõem valorização e respeito ao fator humano.
Professor e consultor empresarial
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia