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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de agosto de 2018.
Dia Nacional do Combate ao Fumo.

Jornal do Comércio

Opinião

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Alterada em 29/08 às 01h00min

Contra a 'cultura alimentar' da fome

Tarso Francisco Pires Teixeira
Em 22 de agosto, o Ministério do Trabalho divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostrando que o País abriu 47.319 postos de trabalho com carteira assinada, o melhor resultado do mês de julho em seis anos. O setor líder foi a agricultura, com 17.455 novos empregos, superando até a construção civil. E o Caged só fala do trabalho no campo, não do agronegócio todo, desconsiderando empregos da agroindústria e processamento da produção rural. Na mesma data, o Jornal do Comércio publica artigo da advogada Mariana Lese Hoffman, "Por uma nova cultura alimentar", satanizando o consumo de carne como um malefício para a vida humana. Não é coincidência. O jornal, de forma democrática, dá espaço a todas as correntes de pensamento. Grupos autoritários se valem disso para difamar a produção rural com teses estupefacientes - e, para isso, vale tudo, inclusive falsa ciência.
A ingestão de carne foi fundamental para a sobrevivência da humanidade. O "Homo erectus" sobreviveu às demais espécies humanas porque o consumo de carne lhe conferiu um cérebro maior e vida mais longa - enquanto outros hominídeos tinham que mastigar raízes 15 milhões de vezes, o que, obviamente, não deu certo.
O ambientalismo radical tem lutado inclusive contra a exportação de gado vivo do Brasil para países como a Turquia, desprezando práticas de bem-estar animal existentes nesse tipo de embarque e ignorando que essa carne está alimentando milhares de refugiados do terrorismo islâmico. O Brasil, maior fornecedor de proteína animal do planeta e campeão mundial de produção de grãos e outros cultivares, produz uma tonelada de alimentos para cada brasileiro. O Brasil é o único país que pode matar a fome do planeta e trazer paz mundial duradoura. Mas nada disso importa para quem defende um tipo de cultura alimentar que, em longo prazo, produzirá cérebros menores, populações mais fracas e morte.
Presidente do Sindicato Rural de São Gabriel e vice-presidente da Farsul
 
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