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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de agosto de 2018.
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Jornal do Comércio

Opinião

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20/08/2018 - 01h00min. Alterada em 20/08 às 01h00min

Desospitalização, a tendência na saúde

Rodrigo Wobeto
O conceito da desospitalização tem recebido a devida atenção de setores ligados à saúde nos grandes centros do mundo e, de forma ainda tímida, se difunde no Brasil. Com o tema, surgem especulações e até dúvidas dos pacientes e da população em geral.
O termo em si pode soar contraditório, tendo em vista a construção coletiva que há sobre um hospital e o que ele representa para um procedimento médico. Um hospital que desospitaliza? Mas desospitalizar com qual garantia? Nenhum paciente deseja permanecer dias a fio em um leito, nem mesmo deve ficar, a não ser que seja indispensável.
A desospitalização de pacientes está diretamente ligada a um atendimento mais humanizado e proporciona ganhos diretos e indiretos que transcendem um boletim médico. A prática envolve um nicho de mercado e de investimentos ligados a pacientes, a familiares e à empresa que prestará o serviço.
A desospitalização possui ramificações que são mais que apenas os cuidados de home care, em que o paciente recebe o tratamento domiciliar.
Aplica-se, também, a rápida alta de pacientes cirúrgicos com o intuito de acelerar a reabilitação, reduzir os riscos de infecção e os custos de tratamento, tanto para pacientes privados quanto para os planos de saúde, além de diminuir as filas de espera. Isso é atingido porque o paciente fica afastado da flora bacteriana própria das instituições de saúde, é estimulado a caminhar mais cedo e acaba acelerando o retorno às atividades laborais.
O processo aplicado aos procedimentos de baixa e média complexidade chega para transformar e humanizar a experiência de pacientes. Para o setor da saúde, é qualificar e modernizar o serviço. É uma nova era para a medicina e devemos estar prontos para esse momento.
Médico
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