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Porto Alegre, terça-feira, 17 de julho de 2018.
Dia de Proteção às Florestas .

Jornal do Comércio

Opinião

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16/07/2018 - 01h00min. Alterada em 16/07 às 01h00min

Um martírio diário, o transporte público!

Sabrina Borges Portela
Ao utilizar o transporte público podemos descrever várias sensações nada favoráveis, veículos extremamente lotados em péssimas condições, passagem com alto valor que não condiz com serviços prestados.
Os trabalhadores muitas vezes, além de deslocarem-se por um longo trecho, ainda enfrentam uma tortura diária, com veículos sujos, com assentos quebrados, sem ventilação, inseguros e ainda sem contar aqueles indivíduos que não têm por prática o hábito de higiene, infestando ainda mais o local.
O que observamos é o cansaço físico e mental dos usuários destes transportes e, por vezes, o que mais cansa não é a rotina profissional, mas sim este deslocamento que, além de longo, torna-se um martírio urbano. Segundo dados Organização Mundial da Saúde (OMS) o transporte coletivo é também uma questão de saúde pública, uma vez que um transporte eficiente diminuiria o número de carros nas cidades, reduzindo os índices de acidentes, poluição e inatividade física, entre outros benefícios.
Para modificar e realizar melhorias no transporte público no Brasil é preciso repensar a questão da mobilidade urbana e democratizar o acesso às cidades, para que a necessidade de deslocamento em longas distâncias diminua.
Além disso, é preciso fazer política de investimentos em transporte público, modernizando-o e garantindo o seu acesso à população, pluralizando os meios de transporte para além do ônibus, com a instalação de veículos como trens, metrôs e ciclovias.
Bióloga e professora
 
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Comentários
Antonio Carlos 17/07/2018 11h43min
É o que os usuários de ônibus de Cachoeirinha e Gravataí passam todos os dias, principalmente quando os ônibus ficam parados no acostamento e muitas vezes sobre a faixa de rolamento complicando ainda mais o trânsito em horário de pico aguardado o serviço de fiscalização, diga-se de passagem, uma tarefa da época dos bondes, e que prevalece até hoje. Por falar em "Ponta do Aterro", nesse final da Assis Brasil NUNCA existiu fiscalização da EPTC, sendo terra de ninguém, até com desova de veículos.
Margarida Rafaelli 16/07/2018 21h39min
Concordo plenamente com suas palavras. Merecemos respeito. Em várias áreas. O transporte público é mais um dos muitos martírios que o trabalhador tem sofrido.