Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 29 de junho de 2018.
Dia da Telefonista.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

artigo

18/06/2018 - 08h12min. Alterada em 18/06 às 08h12min

Quem quer democracia?

Luís Augusto Fialho de Fialho
A democracia brasileira renasceu no início dos anos 1980, encerrando um período de duas décadas de obscurantismo, de censura e de arbitrariedades.
A derrota do regime ditatorial - entre outros fatores - deve-se ao empenho de milhares de militantes corajosos, inspirados na solidariedade dos movimentos sociais, das igrejas populares e das agremiações de esquerda.
Quando vemos pessoas e organizações que defenderam a democracia no Brasil se posicionarem em defesa de ditaduras em outros países, ficamos intrigados. Afinal, quem quer a democracia? Só a exigimos quando não estamos no poder, quando somos oposição? Com quais países nos identificamos? Com aqueles nos quais as pessoas podem sonhar, se expressar, se desenvolver? Ou com aqueles que impõem o silêncio, o isolamento do mundo, a prisão de opositores?
Diante de uma encruzilhada orçamentária, o Rio Grande do Sul precisar decidir o que quer em relação ao futuro das suas estatais. A população tem o direito de se manifestar: quer continuar destinando parte do orçamento à sobrevivência das empresas estatais? Ou prefere que o dinheiro público seja melhor aplicado em segurança, saúde e educação?
Quem quer a democracia, de verdade, chamará a população para o debate. Quem impede o plebiscito deixa transparecer seu amargo apreço pela imposição, pelo autoritarismo, cujo único objetivo é o de atender a seus próprios interesses.
Bancário
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Daniel Pereira DAlascio 24/06/2018 19h35min
Prezado Luís Augusto Fialho de Fialho , tu que fizestes pós graduação em administração pública, parece que faltastes algumas aulas.nnQuem sabe tu estudas primeiramente direito administrativo, e aprenda qual é a diferença básica entre uma autarquia e uma sociedade de economia mista. Lendo com atenção entenderás que as autarquias são órgãos da administração direta e suas despesas saem do caixa do governo. Já uma sociedade de economia mista é um órgão da administração indireta, que gera as suas verbas próprias, portanto não tira um centavo dos cofres públicos. Portanto teu comentário está totalmente equivocado.Com relação ao plebicito aproveite o embalo que terás que estudar direito e leia a lei estadual Nº 9.207, de 21/01/91 e verás que o decreto legislativo do plebicito determina que ele tem que ser aprovado cinco meses antes da eleição. Nesse caso o governador teve 2015,2016,2017 e até 07 de maio de 2018, não o fez. Agora ao pagar das luzes quis modificar a lei para reduzir o prazo para 90 dias e não consegui. Vai ficar para o próximo governo, que se Deus quiser vai ser da oposição! Daniel Pereira D`Alascio Eng Eletricista