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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de junho de 2018.
Dia da Telefonista.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 18/06/2018. Alterada em 18/06 às 09h13min

Conexão China

Sim, a economia da China mexeu com os termos de troca e beneficiou grande parte dos países em desenvolvimento que atenderam a nova demanda asiática, especialmente o Brasil ("China abre janela de oportunidades para o Brasil", coluna Conexão China, Jornal do Comércio, edição de 28/05/2018). Estima-se que a China participará na próxima onda de revolução industrial, no modo de fazer o produto. (Tatiana Amaral Vatef, Porto Alegre)
Taxa na Feira do Livro
Muitos o criticam, mas gosto do jeito franco do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB). Convenhamos, ele está mal-assessorado. Cobrar pelo uso da Praça da Alfândega para realizar a Feira do Livro (Jornal do Comércio, 07/06/2018), que está ali, se não me engano, desde 1956? Menos, prefeito, menos. (Rogério Bernardes, turismólogo, Porto Alegre)
Acidentes de trânsito
Continua a imprensa chamando de acidente as colisões entre veículos quando um deles desrespeita regras de trânsito e entra na faixa da contramão. Aí, morrem dois, três e até cinco pessoas da mesma família, incluindo inocentes crianças. Acidente? Para mim, homicídios dolosos, pois houve o risco assumido do acidente. A primeira ordem a ser obedecida nas rodovias e nas cidades é andar mais devagar. Assim, ainda teríamos acidentes, mas sem tantas vítimas fatais. Fica aí o conselho, segue quem quer e quem tem amor à vida. (Noemi Ferreira)
Criminalidade
Um País em que as principais autoridades e muitos políticos estão sendo acusados de corrupção não tem mesmo como ficar impune e com a população obedecendo às leis, na maioria. Não justifica a criminalidade, mas explica tantas vigarices incluindo pessoas da lei, agentes policiais. Isso é uma vergonha. Só quando o exemplo vem de cima os do povo sentem-se na obrigação de também seguirem, serem honestos. (Maiara Andrade, São Gabriel/RS)
Cinema
Gosto muito de cinema, pois fui criado em uma cidade em que as únicas diversões eram cinema e futebol. No mais, estudar. Porém, agora, nas poucas vezes em que vou a cinemas, vejo salas vazias. Dia desses, contei seis pessoas. Isso mesmo, apenas seis pessoas numa sessão de filme sobre um pastor. E isso que era um sábado à noite bem antes da onda de frio atual. A TV substituiu o cinema? O Netflix acabou com as idas ao cinema? Se é assim, fico triste e saudoso. Uma pena. (José Carvalho, Porto Alegre)
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