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CORONAVÍRUS Notícia da edição impressa de 11/01/2022. Alterada em 11/01 às 03h00min

Furg prevê mais 10,1 mil casos de Covid para Pelotas e Rio Grande

Expectativa foi traçada até o fim de janeiro, a partir do número de testes positivos nos dois municípios

Expectativa foi traçada até o fim de janeiro, a partir do número de testes positivos nos dois municípios


/Rodrigo Chagas/DIVULGAÇÃO/CIDADES

A análise desenvolvida por pesquisadores do Projeto Exactum, do Instituto de Matemática, Estatística e Física (Imef) da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), indica forte aceleração na taxa de contaminação por Covid-19 em Rio Grande, Pelotas e em todo o Rio Grande do Sul. As causas prováveis para aumento dos números podem ser associadas ao relaxamento de medidas de prevenção e ao surgimento da variante Ômicron. O parâmetro mais significativo de uma epidemia é o Índice de Reprodução Basal (R0).

No dia 8 de janeiro, Rio Grande estava com R0 de 1,51, ou seja, 100 novos infectados transmitem para outros 151 indivíduos, caracterizando crescimento fortemente acelerado. Em 9 de janeiro, Pelotas estava com R0 de 1,35, ou seja, 100 novos infectados transmitem para outros 135 indivíduos, caracterizando também crescimento fortemente acelerado. O ideal é que o índice R0 esteja inferior a 1

Os dados reais, coletados até 9 de janeiro, das cidades de Pelotas, Rio Grande e mais dez cidades do RS possibilitaram identificações paramétricas e posteriores previsões para os próximos 20 dias. O modelo prevê que, em 29 de janeiro, Pelotas deve ter quase 8 mil casos positivos a mairs, enquanto Rio Grande deve ter uma elevação de 2,1 mil casos. Estas previsões poderão se confirmar se não houver mudanças nas situações atuais dos municípios, principalmente correlatas ao isolamento social e ao ritmo da vacinação.

Uma média ponderada, com relação à população, do índice R0 das doze cidades pesquisadas: Bagé, Canoas, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, Santa Rosa, Santana do Livramento, São Borja, Uruguaiana, permitiu identificar, em 6 de janeiro, uma aproximação para esse índice no RS, equivalente a 1,38. Esse é o maior valor para esse índice, considerando toda a série histórica de dados da pandemia, desde março de 2020 .A expectativa dos professores que conduzem a pesquisa é que a ocupação de leitos clínicos e de UTI não cresça na mesma proporção do contágio.

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