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MEIO AMBIENTE Notícia da edição impressa de 30/11/2021. Alterada em 30/11 às 03h00min

Projetos ambientais de Torres e Tramandaí vão receber recursos

Botos da Barra, criado com o intuito de aumentar proteção da espécie no Rio Tramandaí, foi um dos escolhidos

Botos da Barra, criado com o intuito de aumentar proteção da espécie no Rio Tramandaí, foi um dos escolhidos


/ONG Kaosa/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Dois projetos do Rio Grande do Sul receberão apoio técnico e financeiro para fomentar o turismo sustentável no Litoral Norte. Eles foram selecionados pelo Camp Oceano, iniciativa nacional da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em parceria com a Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná.

A observação presencial e virtual da fauna marinha no município de Torres e um projeto de turismo de base comunitária que incentiva a pesca cooperativa em Tramandaí estão entre as 19 iniciativas de todo o país que receberão suporte financeiro total de R$ 3,7 milhões para serem executadas a partir de 2022, ao longo de 12 a 36 meses.

Iniciativa do Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos do Rio Grande do Sul (Gemars), o projeto "Como Virar Torres para o Mar?" tem por objetivo a observação presencial e virtual da fauna marinha em Torres. A proposta pretende chamar a atenção da cidade para sua costa por meio da implementação do turismo de observação dos lobos e leões-marinhos, sem precisar estar embarcado.

Já o "Botos da Barra", outro projeto gaúcho que receberá o suporte financeiro, é uma solução para potencializar o turismo de base comunitária atrelado à conservação da natureza na barra do Rio Tramandaí. Por meio de métodos participativos de qualificação e conscientização dos atores locais, da valorização dos serviços e da paisagem de beleza cênica, o projeto da ONG Kaosa pretende ser catalisador da sustentabilidade de comunidades pesqueiras e litorâneas.

As iniciativas apoiadas neste ano respondem a pelo menos um dos três desafios apresentados pelo Camp Oceano: fomentar o turismo responsável, conservando a biodiversidade; reduzir a poluição no oceano e incidentes ambientais; e mitigar os efeitos da crise climática nas cidades costeiras. O Camp recebeu 138 propostas de solução envolvendo cerca de 900 participantes, com uma maioria de mulheres (54%). "Temos observado um crescente protagonismo feminino em projetos de conservação e não foi diferente no Camp Oceano", frisa Malu. O projeto de Torres, por exemplo, é liderado pela bióloga Larissa Rosa de Oliveira.

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