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TRABALHO Notícia da edição impressa de 03/05/2021. Alterada em 04/05 às 03h00min

Estudo da UCS vê crescimento do desemprego em março

Fechamento de 794 postos de trabalho em 14 cidades estaria ligado às medidas restritivas no Estado

Fechamento de 794 postos de trabalho em 14 cidades estaria ligado às medidas restritivas no Estado


/MARCO QUINTANA/ARQUIVO/CIDADES

A Universidade de Caxias do Sul divulgou um documento com a análise do mercado formal de trabalho na em março. Segundo o levantamento feito pelo Observatório do Trabalho, o terceiro mês do ano foi marcado pela redução do nível de empregos na região de abrangência da UCS, com 794 postos de trabalho fechados, sendo que sete das 14 cidades estudadas contaram com mais demissões que admissões (Guaporé, Vila Maria, Canela, Bento Gonçalves, São Sebastião do Caí, Torres e Vacaria).

O resultado negativo da região foi causado, sobretudo, pelo elevado saldo de desligamentos de Vacaria, que contou com 1,7 mil empregos fechados, sendo a maioria pertencentes à agropecuária. Torres foi a segunda cidade que mais fechou empregos, com 267 postos de trabalho, destruídos, a grande parte pertencente aos serviços.

Esse levantamento mostra uma diferença de realidade entre as cidades pesquisadas e dados do Brasil e do Rio Grande do Sul. No País, foram criados 184,1 mil empregos em março, enquanto no Estado foram 17,7 mil postos de trabalho preenchidos.

O documento faz relação entre a perda de vagas e as medidas restritivas por conta da bandeira preta, iniciadas em meados de março, e que afetaram a geração de empregos na metade das cidades estudadas.

Por outro lado, Caxias do Sul abriu mais oportunidade de empregos no mês, com 814 novos empregos, sendo a maior parte na indústria. Carlos Barbosa, Flores da Cunha e Garibaldi ficaram na posição das quatro cidades que mais criaram vagas, com 178, 174 e 109 empregos gerados, respectivamente. Nestas três cidades, o principal motivador do saldo positivo foi o setor industrial.

No que diz respeito aos dados de abril, o Observatório do Trabalho percebe uma desaceleração do nível de contratação, pela intensificação das medidas de restrição, apesar de terem tido fim na última semana desse mês. No entanto, existe a possibilidade dos dados de abril serem positivos, tendo em vista a prorrogação dos programas que permitem redução da jornada de trabalho e do salário, que podem abrandar as demissões.

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