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EDUCAÇÃO Alterada em 23/04 às 19h05min

Prefeito de São Leopoldo veta retorno das aulas presenciais

Ary Vanazzi afirmou que situação ainda não é a ideal para a retomada

Ary Vanazzi afirmou que situação ainda não é a ideal para a retomada


Thales Ferreira/DIVULGAÇÃO/CIDADES
O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, anunciou que não irá autorizar no novo decreto o retorno das aulas presenciais municipais e estaduais no município. A medida, segundo o prefeito se deve as condições sanitárias e a gravidade da pandemia, com altos índices de transmissão do vírus e UTI's lotadas na cidade, que não permitem um retorno seguro de professores, estudantes e funcionários das escolas.
Um decreto, assinado pelo governador Eduardo Leite nesta sexta-feira (23), autorizou que os municípios adotassem protocolos de bandeira vermelha na educação e, assim, retomassem as aulas presenciais. No entanto, a definição do Comitê Covid da cidade foi para não realizar o retorno agora. O prefeito também anunciou que o município irá tomar as medidas judiciais que forem cabíveis para que a vacinação dos professores possa ser antecipada, assim como o Estado do RS pleiteou no STF, e que aguarda julgamento. 
Conforme Vanazzi, a situação não é de normalidade. “Aqui em São Leopoldo não vamos liberar o retorno das aulas presenciais das nossas escolas municipais e nem das estaduais, pois entendemos que a pandemia ainda apresenta gravidade para nossa população, e vamos fazer inclusive esse apelo ao Ministério da Saúde para vacinar os professores como prioridade entre os grupos e garantir assim, um pouco mais de segurança neste retorno", destacou Vanazzi.
 Além disso, o prefeito também relatou preocupação com a pouca quantidade de doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde da Coronavac para garantir a segunda dose. Para todo o Estado, foram destinadas 50,2 ml doses. "Temos até o dia 3 de maio para vacinar um grupo de mais de 9 mil pessoas, que precisam completar a imunização com e segunda dose e não temos estoque nem previsão de receber do Ministério. Isso é uma enorme irresponsabilidade de quem deveria coordenar esse processo de distribuição de doses, tanto do governo federal, quanto do Estado” desabafou.
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