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PATRIMÔNIO Notícia da edição impressa de 26/03/2021. Alterada em 26/03 às 03h00min

Plano vai detalhar destino do prédio da Maesa, em Caxias do Sul

Para o local, está projetada a construção do mercado público, centro de convenções e áreas administrativas

Para o local, está projetada a construção do mercado público, centro de convenções e áreas administrativas


/Bibiana Ribeiro Mendes/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Foi assinada nesta semana a ordem de início para elaboração do plano geral do antigo prédio da Maesa, em Caxias do Sul. A partir da assinatura, a empresa tem o prazo de 120 dias para a apresentação do plano, que terá investimento de cerca de R$ 322 mil.

O plano geral consiste no zoneamento de usos, na perspectiva de identificação dos graus de manutenção, recuperação e restauro, dentre outras medidas, do complexo arquitetônico. "Desde que o município conquistou esse bem (a Maesa), a expectativa da comunidade se reflete nas comissões específicas de administrações anteriores, que trouxeram quatro pontos principais a serem contemplados", argumenta a secretária municipal de Planejamento, Margarete Bender.

Segundo ela, esses pontos são a manutenção do complexo arquitetônico enquanto patrimônio; que ele contemple elementos vinculados a processos de gestão economicamente sustentáveis; que todo processo de implementação atenda demandas de mobilidade urbana e ambientais; e que o local venha compor efetivamente um equipamento de uso público.

Há a previsão de que a Maesa abranja um mercado público, um centro de convenções e áreas administrativas do município, por exemplo. No entanto, será a partir do plano geral que vai consolidar cada uma dessas questões, explica a secretária. "Quando se iniciaram as primeiras tratativas para que a Maesa fosse doada ao município, parecia algo impossível pelo tamanho do que isso representava. Na condição de prefeito, tenho o privilégio de hoje assinar este documento, que é provavelmente o pontapé mais concreto para chegar ao que a comunidade espera", disse o prefeito, Adiló Didomenico. O contrato com a empresa vencedora da licitação foi assinado no final do ano passado pelo então prefeito Flávio Cassina.

"A Maesa tem uma dimensão maior do que conseguimos materializar. Nesse processo histórico da cidade, temos um belo desafio pela frente e nossa causa é de amor pela cidade e pela história desse local", resumiu Matias Revello Vasquez, responsável pela empresa que vai gerir o estudo. "Gostaríamos de fazer esse ato na Maesa, mas o momento que vivemos não nos permite. Vai chegar o dia que estaremos lá comemorando. Enquanto isso, faremos o que estiver ao nosso alcance para que esse dia não demore. A Maesa tem pressa", declarou a vice-prefeita, Paula Ioris, que também esteve no ato da assinatura.

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