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FRONTEIRAS Notícia da edição impressa de 12/02/2021. Alterada em 23/02 às 03h00min

Ponte binacional em São Borja deve ser novamente concedida

Intenção dos governos brasileiro e argentino é de que uma empresa permaneça na gestão da travessia

Intenção dos governos brasileiro e argentino é de que uma empresa permaneça na gestão da travessia


/LUAN ZUBARAN/ DECOM/ PREFEITURA DE S/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O processo de renovação da concessão à iniciativa privada dos serviços de operação da Ponte da Integração, entre São Borja e Santo Tomé, na Argentina, ganhou um novo capítulo. Este mês, ocorreu uma visita técnica de representantes dos governos do Brasil e da Argentina para avaliações no Centro Unificado de Fronteira (CUF) da travessia binacional. Lideranças das duas cidades receberam titulares ou representantes dos Ministérios da Infraestrutura, Economia, Relações Exteriores e Casa Civil dos dois países, além de membros da Comissão Mista Argentina-Brasil (Comab). O colegiado cuida da funcionalidade da ponte.

A visita aconteceu após a ida a Brasília de um grupo de lideranças de São Borja, para tratar da renovação da concessão. Foram visitadas e inspecionadas todas as instalações da área alfandegada da ponte. Na oportunidade, foi apresentada detalhadamente a infraestrutura da travessia e as tecnologias empregadas no plano logístico no Centro Unificado de Fronteira.

A visita dos representantes governamentais foi considerada como essencial, dando mais um passo para que o processo de concessão tenha continuidade com a participação da iniciativa privada. Já há alguns meses, um decreto municipal em São Borja formou comissão para acompanhamento de todas as tratativas a respeito.

O prefeito Eduardo Bonotto defende a renovação de contrato com a atual concessionária, Mercovia S/A. Um dos argumentos é que o consórcio empresarial tem demonstrado agilidade e grande expertise nas operações do intercâmbio comercial, não apenas entre Argentina e Brasil, mas com todo o Mercosul. Bonotto ainda defende que, pelo menos a moradores de São Borja e de Santo Tomé, seja dispensada a cobrança de pedágio. Outro argumento é que mais de 600 pessoas trabalham atualmente no CUF, a maioria brasileiros.

O formato de construção e de operações da Ponte da Integração tem servido de modelo para toda a América do Sul. A adoção de aduana integrada e de um centro unificado representa maior agilidade nas liberações alfandegárias. Na prática, isso significa maior produtividade e rapidez na inter-relação comercial. A ponte 1,4 mil metros de extensão e um pouco mais de 14 quilômetros de acesso em Santo Tomé e São Borja.

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