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TRABALHO Notícia da edição impressa de 26/11/2020. Alterada em 30/11 às 03h00min

Codeca amplia uso de mão de obra prisional em Caxias do Sul

A Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) ampliou para 50 o número de vagas disponíveis no convênio com a Superintendência do Serviços Penitenciários (Susepe), a fim de oferecer oportunidade de trabalho aos presos dos regimes semiaberto e aberto. O incremento faz parte da nova etapa do projeto da companhia, o "Segunda Chance", que além de empregar os apenados, garantirá formação profissional aos reeducandos com cursos técnicos e um contrato de trabalho de seis meses após o término do cumprimento da pena.

Após a qualificação, eles serão responsáveis pela manutenção dos prédios públicos municipais. Ao final da pena, os apenados ainda terão a chance de ter validado um contrato de temporário de trabalho por um prazo determinado de seis meses, para que ainda tenham o registro da experiência profissional da Carteira de Trabalho.

O anuncio da ampliação das vagas do Protocolo de Ações Conjuntas (PAC) entre Codeca e Estado ocorreu em cerimônia nesta quarta-feira. No encontro, os apenados que já trabalham na Codeca e integram a primeira turma do projeto estiveram presentes, e também foi apresentada a parceria com o Sinduscon. A entidade que representa as empresas da construção civil será a responsável pelo treinamento dos detentos no primeiro curso de formação. "Temos perspectivas de um ano promissor para construção civil em 2021 e temos uma carência grande de profissionais capacitados. Esse programa os habilita ao mercado de trabalho, afirmou Rodrigo Postiglione, presidente do Sinduscon.

Com o projeto, de acordo com Luis Felipe Burtet, diretor administrativo da Codeca, para trabalhar na companhia os apenados terão que frequentar pelo menos um dos treinamentos para garantir a vaga na empresa. "Desde o começo do ano articulávamos, especialmente com a Comissão de Segurança Pública da Câmara de Vereadores a ampliação do convênio com a Susepe e da utilização da mão de obra prisional. Agora, com a capacitação profissional do projeto, os apenados vão atuar na manutenção dos prédios públicos do município" comemora Burtet.

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