Novas construções deverão ter cisternas em Novo Hamburgo - Jornal Cidades
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MEIO AMBIENTE Notícia da edição impressa de 21/10/2020. Alterada em 21/10 às 03h00min

Novas construções deverão ter cisternas em Novo Hamburgo

A Câmara de Novo Hamburgo aprovou, por unanimidade, o projeto de lei que estabelece um programa de captação de águas pluviais no município. Na prática, a proposta determina que novas residências com área construída igual ou superior a 200 metros quadrados sejam equipadas de cisternas, recebendo a água da chuva a partir de canalizações conectadas aos telhados, coberturas ou terraços. A obrigação também se aplica a empreendimentos multifamiliares e demais imóveis não residenciais com área construída igual ou superior a 300 metros quadrados. A matéria deve ser novamente apreciada nesta quarta-feira.

 Além das novas construções, proprietários que desejarem ampliar seus imóveis ultrapassando o limite de metragem previsto também deverão providenciar a implantação de cisterna. A capacidade mínima de cada reservatório varia de acordo com o tamanho do imóvel. 

O projeto sugere que a água captada seja utilizada para descarga em vasos sanitários, irrigação de jardins, lavagem de veículos e passeios públicos, limpeza de pisos e paredes e abastecimento de piscinas. "Diminui o volume de desperdício de água tratada. É uma contribuição importantíssima que daríamos ao meio ambiente e também ao sistema de drenagem fluvial em nossa cidade", argumentou Enio Brizola, autor do projeto

 O objetivo é despertar a consciência ecológica, fomentar a conservação das águas e a autossuficiência para o abastecimento, evitar a utilização de água potável da rede pública onde ela não é necessária, promover economia e ajudar na contenção de possíveis enchentes. "Podemos afirmar que, no cenário atual de desenvolvimento urbano, temos dois problemas críticos: a escassez de recursos naturais e as inundações ocasionadas pelo aumento das áreas impermeáveis e da deficiência dos sistemas de drenagem urbana. O mau desempenho dos sistemas convencionais de drenagem indica a necessidade de implantação de ações de controle sustentáveis", defende Brizola.

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