Após seca, barragens de Bagé estão perto do volume máximo - Jornal Cidades
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ABASTECIMENTO Notícia da edição impressa de 04/09/2020. Alterada em 04/09 às 13h31min

Após seca, barragens de Bagé estão perto do volume máximo

Reservatórios acumularam água a partir das chuvas no município

Reservatórios acumularam água a partir das chuvas no município


/DAEB/DIVULGAÇÃO/CIDADES
Com as chuvas dos últimos dias, as barragens que abastecem a cidade de Bagé estão praticamente em seus níveis máximos. A Emergencial e a do Piraí estão cheias. A Barragem da Sanga Rasa, por sua vez, está apenas 20 centímetros abaixo do normal. A Estação de Tratamento de Água (ETA) registrou 71,9 milímetros de precipitação em agosto e 29,4 milímetros nos primeiros três dias de setembro.
A última vez que as barragens atingiram sua capacidade máxima foi em outubro do ano passado. O cenário é bem diferente do que foi visto há alguns meses, quando Bagé chegou a passar 15 horas por dia com racionamento d'água alternado entre os bairros. Em maio, a Sanga Rasa chegou a estar 6,80 metros abaixo do normal, quando a cidade precisou declarar situação de emergência e uma série de medidas foi tomada para evitar o desabastecimento.
Segundo o estudo de batimetria contratado recentemente pelo Departamento de Água, Arroios e Esgoto de Bagé (Daeb), com as barragens cheias, a cidade tem água para 129 dias sem nenhuma precipitação. Quando a primeira fase da Barragem da Arvorezinha, que deve iniciar a ser executada neste ano pelo Exército Brasileiro, for concluída, o volume de reserva de água do município deve ter um aumento de 66%.
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