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MEIO AMBIENTE Notícia da edição impressa de 06 de Agosto de 2020.

Corujas recebem local especial em zoológico de Gramado

Animais chegaram no segundo semestre de 2019 e precisaram passar por tratamento veterinário

Animais chegaram no segundo semestre de 2019 e precisaram passar por tratamento veterinário


/TATIANE NUNES/DIVULGAÇÃO/CIDADES
O zoológico de Gramado (Gramadozoo) preparou um recinto adaptado às necessidades especiais de duas corujas-jacurutu vítimas de maus tratos. Os animais chegaram ao local em setembro e outubro de 2019. Após passar por tratamento veterinário, as aves recuperaram as condições de saúde. No entanto, não conseguem mais viver em vida livre.
O zoológico de Gramado (Gramadozoo) preparou um recinto adaptado às necessidades especiais de duas corujas-jacurutu vítimas de maus tratos. Os animais chegaram ao local em setembro e outubro de 2019. Após passar por tratamento veterinário, as aves recuperaram as condições de saúde. No entanto, não conseguem mais viver em vida livre.
Uma delas precisou ter a asa amputada e a outra teve uma lesão irreversível na asa, o que impede o voo. "Infelizmente, foram vítimas da ação humana. Acreditamos que uma foi atropelada e a outra levou um tiro. Mesmo a que tem as duas asas, não consegue alçar grandes voos pela gravidade da lesão", explica a bióloga Tatiane Nunes, responsável técnica do Gramadozoo.
Também conhecida por coruja-orelhuda, a espécie é a maior do Brasil e uma das maiores das Américas. Veterinários monitoram o comportamento das aves para realizar adequações que contribuam para o bem-estar animal. No novo recinto, as aves de rapina contam com espaço coberto, área para banho de sol, lago, poleiros e amplo espaço para que possam fazer exercícios. "Mesmo a coruja que não tem a asa, precisa praticar exercícios para não atrofiar o outro membro", observa Tatiane.
Com a proposta de educação ambiental, o zoológico conta com um programa de falcoaria. No entanto, as atividades com as aves de rapina estão temporariamente suspensas em função da pandemia do coronavírus. "Não estamos fazendo as demonstrações de falcoaria aos visitantes pelos cuidados sanitários. Colocamos as corujas no recinto para que o visitante possa conhecer e aprender sobre a espécie. Para que entendam que as corujas têm uma grande importância para o meio ambiente por serem controladoras das populações de ratos, anfíbios, morcegos, répteis e insetos, dos quais se alimentam. Também queremos informar que as principais ameaças são o comércio ilegal de animais silvestres, a caça e a agressão por crendices populares", alerta a bióloga.
Conforme Tatiane, o equilíbrio da fauna evita o surgimento de novas doenças. "Quando conservamos o meio ambiente, os animais, as plantas e o ecossistema, também cuidamos da saúde da população, evitando o surgimento de novas doenças", frisa.
 
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