Univates vai adotar método da Petrobras para testes da Covid-19 - Jornal Cidades
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CORONAVÍRUS Notícia da edição impressa de 03/07/2020. Alterada em 03/07 às 03h00min

Univates vai adotar método da Petrobras para testes da Covid-19

Um protocolo de testagem desenvolvido pela Petrobras, pelo Instituto Senai de Inovação em Química Verde e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está sendo aplicado pela Universidade do Vale do Taquari (Univates). Chamada de protocolo otimizado para detecção do novo coronavírus, a inovação permite ampliar a disponibilidade de testes de Covid-19 à população.

 O método desenvolvido é mais rápido do que os testes individuais. Com o protocolo otimizado de testes é possível avaliar mais pessoas ao mesmo tempo, identificando a presença do vírus em grupos, e não somente de maneira individual.

 Conforme o diretor de Serviços em Saúde da Univates, professor Jairo Luís Hoerlle, a instituição foi convidada a participar da iniciativa a partir do engajamento com as testagens no Vale do Taquari e áreas próximas, por meio de contratos e convênios do Laboratório de Análises Clínicas (LAC) Univates com hospitais, secretarias de saúde e empresas. Atualmente, são cerca de 90 testes realizados por dia no LAC. Com a técnica é possível ampliar para até 300 exames por dia na Univates, com entrega dos resultados em até 48 horas.

 O método, no entanto, somente poderá ser aplicado para avaliações em grupos preestabelecidos, conforme mapeamento da Petrobras. Um dos públicos que poderá ser mapeado e testado são estudantes, tendo em vista o possível retorno das atividades presenciais nas instituições de ensino da região. Os exames particulares ou os realizados por meio de convênios e hospitais atendidos pelo LAC continuam usando a técnica de coleta tradicional.

 A proposição de realizar testes em grupos específicos privilegia aqueles que compartilham e coabitam espaços. "Estudantes e profissionais de um serviço ou setor normalmente são testados juntos, pois eles estão juntos cotidianamente. A potencialidade do protocolo é muito mais eficiente nesses casos, quando é possível acompanhar coletivamente", explica o professor.

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