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SAÚDE Notícia da edição impressa de 30/06/2020. Alterada em 30/06 às 03h00min

Prefeito de São Leopoldo quer medidas mais duras na região

Ary Vanazzi encaminhou ofício para o governador pedindo ações mais firmes para o combate à pandemia

Ary Vanazzi encaminhou ofício para o governador pedindo ações mais firmes para o combate à pandemia


/FREDY VIEIRA/ARQUIVO/CIDADES

O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, encaminhou, nesta segunda-feira, um ofício ao governador Eduardo Leite pedindo ações mais firmes em relação ao combate à pandemia, especialmente na Região Metropolitana e Vale do Sinos. "Estamos diante de um momento crítico e decisivo para o desdobramento do combate à pandemia da Covid-19. O número de casos, em curva muito ascendente no país, agora também cresce de maneira acelerada no Rio Grande do Sul", disse o prefeito no documento.

Os sinais de esgotamento do sistema de saúde de cidades como Canoas e Novo Hamburgo tem levado "a um risco muito sério de colapso no atendimento à população", afirmou Vanazzi na carta. Segundo ele, há relatos de que as cidades já estão enviando seus pacientes para diversas regiões do Estado em busca de tratamento e também de falta de equipamentos e profissionais que possam dar conta dessa situação.

Para o prefeito leopoldense, os estudos que embasam as bandeiras de distanciamento no Estado devem ser cumpridos à risca, sem flexibilizações pontuais. Nesta segunda-feira, três regiões (Caxias do Sul, Erechim e Palmeira das Missões), que tinham sido identificadas como vermelha na sexta-feira, voltaram à classificação laranja. "Pressões econômicas compreensíveis, mas que surgem da falta de uma visão abrangente do grave problema, vão destruir qualquer sistema de controle. Jogar a responsabilidade sobre os ombros dos prefeitos só aprofunda essa crise", critica o prefeito.

O ofício ainda sugere que somente as habilitações de leitos pelo Ministério da Saúde podem não ser mais suficiente num curto espaço de tempo. Vanazzi lembra que há estudos importantes, inclusive da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), nos quais estão baseadas as bandeiras, que recomendam uma paralisação total de 15 dias para conter o avanço da pandemia e também o colapso na saúde em todas as regiões.

O prefeito de São Leopoldo destaca ainda que o governo do Estado precisa adotar medidas de proteção da economia, como a disponibilização de linhas de créditos acessíveis do Banrisul em socorro aos pequenos negócios. "Estamos chegando no limite. É preciso reagir já e com firmeza", afirmou.

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