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VAREJO Notícia da edição impressa de 30/06/2020. Alterada em 30/06 às 03h00min

Comércio fechado mobiliza entidade e empresários de Sapiranga

Lojas da cidade fecharam no dia 20 de junho, após a prefeitura decretar regras mais rígidas na cidade

Lojas da cidade fecharam no dia 20 de junho, após a prefeitura decretar regras mais rígidas na cidade


/CDL SAPIRANGA/DIVULGAÇÃO/CIDADES

O varejo de Sapiranga foi obrigado novamente a fechar as suas portas diante do decreto mais recente, publicado em 20 de junho. A região está na bandeira vermelha do distanciamento controlado do Estado, que foi confirmada pelo governador, Eduardo Leite, nesta segunda-feira. A entidade que representa o varejo no município, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade, afirma que está tentando buscar um equilíbrio, a fim de que a medida não gere uma situação insustentável de fechamento do comércio e prestadores de serviços, que vão ficar sem operação por, pelo menos, 14 dias.

"Rogamos que seja viabilizada uma flexibilização mesmo na vigência da bandeira vermelha, permitindo que todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços possam exercer suas atividades econômicas, da forma como vinha ocorrendo na bandeira laranja. Caso não seja possível, que seja, no mínimo, viabilizado o exercício da atividade econômica para todos os empreendedores, mesmo que haja mais restrições e reduções de horário, jornada de trabalho, para evitar que ocorra a quebra das empresas e demissões em massa", afirmou em nota a presidente da CDL Sapiranga, Clarice Strassburger.

A entidade afirma ter o "pleno conhecimento" da gravidade da pandemia, mas tem muita preocupação com as graves consequências que já estão sendo enfrentadas pelos comerciantes, prestadores de serviços e indústrias locais. Com o fechamento dos estabelecimentos comerciais, ocorrerá o fechamento definitivo ou quebra das empresas, acarretando na extinção de empregos ou postos de trabalho. Segundo a nota, a CDL afirma que essas medidas mais rígidas vão causar "o aumento da criminalidade, miséria, furtos, roubos, saques, além da fome, e colocará em risco a própria vida da pessoa, o que é o maior direito constitucional".

A presidente da CDL ainda afirma "não existir qualquer indicador a demonstrar a ocorrência de qualquer contágio de coronavírus, seja em estabelecimento comercial ou em local de prestação de serviços, pois nestes locais não existe aglomeração de pessoas". Segundo ela, fechar o comércio não fará com que o vírus se propague menos.

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