CDL de Sapiranga protesta contra bandeira vermelha no Vale do Sinos - Jornal Cidades
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VAREJO Notícia da edição impressa de 23/06/2020. Alterada em 23/06 às 03h00min

CDL de Sapiranga protesta contra bandeira vermelha no Vale do Sinos

Situação é classificada como 'insustentável' pela entidade local

Situação é classificada como 'insustentável' pela entidade local


/PÂMELA RIBOLI/DIVULGAÇÃO/CIDADES

Inconformados com a decisão do governo estadual de impor a bandeira vermelha aos municípios do Vale do Sinos, os lojistas estão se unindo para, através da prefeitura de Sapiranga, intervir a fim de que seja revertida a decisão que acabou com a flexibilização e estabeleceu, novamente, o fechamento do comércio. Um ofício foi formalizado no domingo pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) local, junto ao Executivo municipal, que recorreu da decisão, mas o governador, Eduardo Leite, confirmou a classificação, que passa a valer a partir de hoje.

"Não podemos aceitar esta situação insustentável imposta para os comerciantes e prestadores de serviços, devendo ser mantida a continuidade da atividade econômica e dos empregos que as empresas geram. Inúmeros prejuízos já foram sofridos durante o período de quase 30 dias, entre março e abril, no qual os estabelecimentos em geral se mantiveram fechados, onde se constatou um grande aumento de desemprego, fechamento de empresas, com encerramento de suas atividades", afirma a presidente da (CDL) de Sapiranga, Clarice Strassburger.

A líder da CDL de Sapiranga afirma que tem pleno conhecimento dos efeitos da pandemia mundial em virtude do coronavírus, e afirma que a entidade reconhece a atenção e todos os cuidados que estão sendo tomados com a saúde pública. "A entidade está junto nesta luta, mas temos também muita preocupação com as graves consequências que já estão sendo enfrentadas pelos comerciantes, prestadores de serviços e indústrias locais, cujas atividades econômicas recentemente foram retomadas e encontram-se em risco de nova paralisação", completa.

No documento, a CDL Sapiranga reforça que os proprietários dos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços vem cumprindo, na íntegra, todas as disposições constantes nos decretos estadual e municipal, no que se refere as medidas de higiene e sanitárias a serem seguidas nos comércios e serviços. Além disso, não existe qualquer indicador a demonstrar a ocorrência de qualquer contágio, seja em estabelecimento comercial ou em local de prestação de serviços.

"Não é o fechamento do comércio e serviços que vai fazer com que o Covid-19 não se dissemine, mas sim, devem ser tomadas medidas para conscientizar os cidadãos sobre as medidas a serem tomadas para evitar o contágio e proliferação do coronavírus", diz Clarice. 

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