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PELOTAS Notícia da edição impressa de 13/01/2020. Alterada em 15/01 às 03h00min

Cidade deve ser a primeira do RS a aderir ação contra violência infantil

Iniciativa liderada pela ONU tem como uma das premissas criar ambientes saudáveis para as crianças

Iniciativa liderada pela ONU tem como uma das premissas criar ambientes saudáveis para as crianças


/FREDY VIEIRA/ARQUIVO/CIDADES

Pelotas pode ser o segundo município brasileiro - após São Paulo - e o primeiro do Rio Grande do Sul a se tornar um Território Pioneiro, dentro da concepção de Países Pioneiros estabelecida pela Parceria Global pelo Fim da Violência contra Crianças. Cassia Carvalho, a brasileira responsável pelo engajamento dos países, esteve em Pelotas para conhecer o trabalho de prevenção à violência, especialmente as iniciativas voltadas à proteção da infância e da juventude que acontecem em Pelotas, no âmbito do Pacto Pelotas pela Paz.

Em encontro com a prefeita Paula Mascarenhas, ela explicou que identificou no trabalho pelotense grande parte das atividades preconizadas pela parceria global, cujo objetivo principal é acabar com o abuso, exploração, tráfico e todas as formas de violência e tortura contra crianças - uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Cassia, que reside atualmente em Genebra, na Suíça, veio conhecer os projetos direcionados ao cuidado da primeira infância, englobando o fortalecimento dos vínculos familiares e a construção de relações e ambientes saudáveis. "Muitos dos elementos que pedimos aos países já estão em curso aqui. Acredito que Pelotas tem muito a ensinar e compartilhar, a partir de suas experiências e desafios", comentou a representante.

Ela disse que os seis passos delimitados pela parceria são identificados no município: vontade política para que o tema seja prioridade; plataforma multissetorial, envolvendo diferentes áreas; banco de dados e evidências; desenvolvimento de um plano de ação; incrementação; e monitoramento. Entusiasmada com a possibilidade de inserir a cidade na rede de combate à violência infantil, a prefeita reforçou sua convicção a respeito da importância dos gestores municipais se envolverem na pauta da segurança pública e, sobretudo, na prevenção à violência, o que dá sustentação à redução da criminalidade. "Isso aumenta a nossa cobrança, mas os resultados valem a pena, já que uma cidade mais segura reflete na saúde, educação, desenvolvimento econômico, geração de renda e atração de investimentos", pontuou.

Criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2016, a Parceria Global reúne governos de diversos países, órgãos internacionais, como a Unicef, sociedade civil, centros de pesquisa e setor privado. Atualmente, são 28 nações comprometidas com a agenda, incluindo o Brasil, desde 2018.

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