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RIO GRANDE 13/08/2019 - 03h28min. Alterada em 13/08 às 03h00min

Grupo tentará viabilizar construção de usina termelétrica em área da cidade

A Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa deliberou pela formação de grupo de trabalho que atuará junto ao Ministério de Minas e Energia, em Brasília, no sentido de viabilizar a construção da Usina Termelétrica de Rio Grande. A ideia é participar de novo leilão para instalação de usina termelétrica em terminal de gás natural liquefeito (GNL), conforme antecipou o deputado Fábio Branco, proponente do debate.

Autoridades do setor energético do Estado e do país, lideranças políticas do município de Rio Grande e o responsável pelo projeto da usina, Ricardo Pigatto, estiveram reunidos para debater o tema. Com investimento estimado em R$ 3 bilhões, a usina teria capacidade instalada de 1.200 megawatts (MW), e a previsão de implantação de um terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL). A estimativa é de que sejam criados cerca de 3.500 empregos durante a construção e, 150 empregos na operação da usina.

Fabio Branco encaminhou a formação do grupo de trabalho com os técnicos, priorizando audiências tanto com o secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Arthur Lemos, quanto com o ministro de Minas e Energia, Bento Costa Lima Leite. A ideia é definir uma estratégia capaz de criar as condições de sensibilizar as autoridades e criar as condições necessários para o lançamento do edital. "A regionalização dos leilões pode nos auxiliar através do gás ou das energias renováveis", ponderou o deputado, que manifesta otimismo com a atual fase do país e acredita que "temos que estar preparados para atender as oportunidades". Branco sugeriu a inclusão também da Bacia de Pelotas nessa mobilização pelo incremento da energia na Região Sul do Estado.

Conforme explicou o engenheiro Ricardo Pigatto, que há 11 anos trabalha com o projeto, todas as etapas exigidas foram cumpridas, inclusive com o licenciamento ambiental, mas a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não concedeu a outorga e, desde final de 2017, o grupo interessado aguarda análise do recurso impetrado. Também o Ministério Público Federal interpôs questionamentos ao projeto.

O diretor do Departamento de Informações de Estudos Energéticos do Ministério de Minas e Energia, André Osório, antecipou a disposição da pasta em regionalizar os projetos energéticos. "São alavancadores de desenvolvimento, renda e emprego. Diante do desafio de aumentar o suprimento de gás na região, o Ministério está debruçado em tentar criar condições para isso", afirmou Osório. O diretor antecipou detalhes do Plano Nacional de Energia, a ser lançado em dezembro, onde consta o novo mercado de gás. Atualmente são três terminais de GNL no país, no Rio de Janeiro, Ceará e Bahia, e outros dois terminais estão em construção e dez em estudo

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