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TAQUARA Notícia da edição impressa de 08/08/2019. Alterada em 14/08 às 03h00min

Reunião tenta destravar obra em comunidade quilombola

Com o intuito de retomar as obras da sede do Centro Multiuso da Comunidade Quilombola da localidade de Paredão Baixo, interior de Taquara, técnicos extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS), técnicos da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural e representantes da comunidade quilombola, reuniram-se com o vice-prefeito Hélio Cardoso Neto e demais membros da municipalidade para tratar ações e encaminhamentos necessários para este fim.

Pela manhã, a reunião serviu para esclarecimentos das principais demandas solicitadas por ela, como a necessidade de acesso ao bloco de produtor, a promoção de cursos e capacitações, acesso às políticas públicas e aos atendimentos de saúde. Durante à tarde, agregando ao encontro os entes públicos, foi explanado de que forma as secretarias municipais podem auxiliar no processo de viabilização do uso do espaço com atividades recreativas, organizativas, culturais e com a prestação de serviços à comunidade.

O Centro Multiuso foi construído com recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Estabelecimentos Rurais. Segundo a técnica da Emater de Taquara, Carine Barros, vários quilombos receberam o recurso de R$ 99.9 mil, o qual financiou a fundo perdido o projeto e a execução da obra. Há alguns anos parado, por causa de problemas com a empreiteira, o projeto que tem 90% de conclusão, precisa ser retomado. "A conclusão da obra será muito importante para o desenvolvimento da comunidade", informa Carine.

Devido as obras estarem paradas e o espaço sem movimentação constante, algumas depredações começaram a acontecer no local. Por isso, há necessidade de avaliar com a comunidade a conclusão e viabilização do uso do espaço, no sentido de valorização de um ambiente que propicie a convivência e integração da comunidade. Outra ideia é construir, junto ao poder público municipal, articulação de políticas públicas que garantam o uso de forma contínua.

Os representantes do município destacaram que o quilombo sempre foi local para a realização de atividades, tendo estas cessadas pela falta de espaço. Serão disponibilizados ao local, pelas secretarias e diretorias municipais, Unidade Móvel de Saúde, cursos e oficinas, bem como os serviços institucionais.

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