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PORTÃO 26 de Julho de 2019 às 03:00.

Nova planta de empresa irá produzir fertilizantes orgânicos

Capacidade da fábrica será de 30 mil toneladas por ano; investimento no local chegou a R$ 11.5 milhões

Capacidade da fábrica será de 30 mil toneladas por ano; investimento no local chegou a R$ 11.5 milhões


/REVERSO COMUNICAÇÃO/DIVULGAÇÃO/CIDADES
A ILSA Brasil, empresa que comemora dez anos de atuação no país, iniciou a operação, neste mês de julho, de sua segunda planta industrial na cidade de Portão. A empresa, que utiliza biotecnologia na produção de fertilizantes orgânicos e organominerais, atua em 49 países e, com a nova planta, traz produtos de alta eficiência agronômica para o mercado nacional, consolidando sua vocação na área da inovação. A nova unidade representou um investimento de US$ 3 milhões (cerca de R$ 11,5 milhões) e deverá gerar 40 novos empregos.

A ILSA Brasil, empresa que comemora dez anos de atuação no país, iniciou a operação, neste mês de julho, de sua segunda planta industrial na cidade de Portão. A empresa, que utiliza biotecnologia na produção de fertilizantes orgânicos e organominerais, atua em 49 países e, com a nova planta, traz produtos de alta eficiência agronômica para o mercado nacional, consolidando sua vocação na área da inovação. A nova unidade representou um investimento de US$ 3 milhões (cerca de R$ 11,5 milhões) e deverá gerar 40 novos empregos.

A nova fábrica possui uma área coberta de 4.900 metros quadrados e será capaz de produzir 30 mil toneladas/ano de fertilizantes organominerais. "A indústria já existente produz 22 mil toneladas/ano de um componente orgânico que é utilizado como matéria-prima na nova planta para a fabricação de fertilizantes organominerais únicos e de última geração. Neste caso, a matriz orgânica e outras matérias-primas minerais passam por um processo de peletização", explica o diretor de Marketing da empresa, Thiago Stella de Freitas. Com isso, a ILSA Brasil faz um produto que possui vantagens em relação ao uso isolado de fertilizantes orgânicos e minerais. Atualmente, a indústria atende cerca de 15 mil agricultores através de seus parceiros comerciais, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A tecnologia aplicada na nova planta é a mesma utilizada na matriz, localizada na Itália. A matéria-prima orgânica utilizada pela ILSA é o colágeno proveniente de peles e couros, que são transformadas em fertilizantes únicos e de alta eficiência através de tecnologias próprias e inovadoras. O processo industrial é embasado na ciência, alinhando-se aos princípios pregados pela empresa. A marca realiza diversas pesquisas ao lado de entidades de ensino, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e a Universidade Federal de Lavras-MG.

A união entre a matriz orgânica e fontes minerais faz com que todos os nutrientes estejam presentes em todos os pellets, obtendo-se um fertilizante uniforme e dotado de uma sinergia que aumenta a eficiência dos produtos devido a interação entre seus componentes. Isso se traduz em menores perdas e aumentos de produtividade para os agricultores. Esta forma de fertilizante "NPK no pellet" também evita a segregação dos nutrientes durante o armazenamento, transporte e aplicação nas lavouras. Ou seja, ganha o meio ambiente, e ganha o agricultor.

A primeira planta da ILSA Brasil foi projetada para utilizar 100% do material não aproveitado pela indústria coureiro-calçadista da região sul do país. A ideia é que, em um período de cinco a seis anos não seja mais necessário destinar este material em aterros no território nacional, que colocam em risco o solo, os rios e o lençol freático.

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