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LAJEADO Notícia da edição impressa de 08/07/2019. Alterada em 08/07 às 03h00min

Cidade terá instituto para buscar verbas em prol da segurança

O Instituto Cultural Ipê-Amarelo/Vale do Taquari foi oficialmente apresentado. O evento, ocorrido na semana passada, reuniu prefeitos da região, membros da Associação dos Secretários e Gestores Municipais de Segurança Pública do Rio Grande do Sul (Asgmusp), o prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, e diversas autoridade da região. A ideia é angariar recursos da iniciativa privada para melhorar a segurança na cidade.

 Em seu pronunciamento, o prefeito Marcelo Caumo salientou que o Vale do Taquari estava sendo pioneiro no interior do estado com a criação do Instituto Cultural Ipê-Amarelo. "Estamos nos espelhando no bem sucedido Instituto Cultural Floresta que está trazendo excelentes resultados para a segurança pública de Porto Alegre", concluiu o chefe do Executivo lajeadense.

 Entre outras realizações que ocorreram em sintonia e colaboração com o governo do estado, Everton Ultramari, ex-secretário adjunto de Segurança Pública do Estado, citou a Lei de Incentivo à Segurança Pública, que pode triplicar os investimentos na área. "Nossa estimativa é captar cerca de R$ 100 milhões na iniciativa privada somente em 2019, com os empresários podendo aplicar até 5% do valor devido de ICMS em projetos de segurança", destacou Ultramari. Segundo ele, a lei amplia a capacidade de investimento na segurança, oportuniza mais eficiência na aquisição dos equipamentos e estimula a participação da sociedade, uma vez que os recursos destinados não podem ser utilizados em outras áreas a não ser a segurança pública.

 O secretário Adjunto Estadual de Segurança Pública, coronel Marcelo Frota, disse que os investimentos em segurança estão intrinsecamente ligados à redução da criminalidade. "Se recuamos nos investimentos, não existe vácuo. A criminalidade vai se expandir", alertou. Por outro lado, explicou que ajustes ainda estão sendo feitos para que a Lei de Incentivo à Segurança Pública se torne menos burocrática e mais justa, no sentido de viabilizar de forma mais facilitada os investimentos da iniciativa privada nas compensações de ICMS. "Ao invés de compensar, serão criados créditos de ICMS", adiantou.

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