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Síria

- Publicada em 20/10/2021 às 09h57min.

Explosão deixa pelo menos 13 mortos em Damasco

Não houve reivindicação imediata de responsabilidade pelo ataque

Não houve reivindicação imediata de responsabilidade pelo ataque


HO/SANA/AFP/JC
Pelo menos 13 pessoas morreram nesta (20) e três ficaram feridas na explosão de duas bombas, colocadas em um ônibus do Exército sírio, quando circulava no centro de Damasco, em horário de pico. Há dois anos não eram registrados ataques como esse.
Pelo menos 13 pessoas morreram nesta (20) e três ficaram feridas na explosão de duas bombas, colocadas em um ônibus do Exército sírio, quando circulava no centro de Damasco, em horário de pico. Há dois anos não eram registrados ataques como esse.
A explosão ocorreu no início da manhã, quando o veículo militar atravessava a ponte de Al Raes, em pleno centro da capital síria, informou a agência oficial Sana.
A unidade de Engenharia do Exército desativou ainda uma terceira bomba, acrescentou.
As explosões ocorreram durante o horário de pico, quando as pessoas iam para o trabalho e para as escolas.
As autoridades disseram ter sido um atentado terrorista", de acordo com o canal de televisão Al Jazeera.
"É um ato covarde", disse o comandante da polícia de Damasco, general Hussein Jumaa, à TV estatal.
Segundo ele, uma força policial isolou a área imediatamente e garantiu que não houvesse mais bombas. O militar também pediu às pessoas que informassem as autoridades sobre algum objeto suspeito que vissem.
Não houve reivindicação imediata de responsabilidade pelo ataque.
O atentado é o mais grave na capital desde 2017, quando um ataque, reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico, atingiu o Palácio da Justiça matando pelo menos 30 pessoas.
Na região de Idleb, no noroeste do país, controlada por rebeldes, pelo menos oito pessoas, incluindo cinco civis, morreram hoje em bombardeios do Exército, informou uma organização não governamental.
O Exército atacou um bairro da cidade de Ariba, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
Agência Brasil
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