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CHINA

- Publicada em 23/09/2021 às 09h49min.

China pede a governos locais que se preparem para eventual colapso da Evergrande

Gigante do setor imobiliário chinês que enfrenta graves problemas de liquidez

Gigante do setor imobiliário chinês que enfrenta graves problemas de liquidez


HECTOR RETAMAL/AFP/JC
Autoridades da China estão pedindo a governos locais que se preparem para o eventual colapso da Evergrande, gigante do setor imobiliário chinês que enfrenta graves problemas de liquidez, segundo fontes com conhecimento do assunto, sinalizando relutância de resgatar a empresa e na tentativa de evitar efeitos secundários de sua crise.
Autoridades da China estão pedindo a governos locais que se preparem para o eventual colapso da Evergrande, gigante do setor imobiliário chinês que enfrenta graves problemas de liquidez, segundo fontes com conhecimento do assunto, sinalizando relutância de resgatar a empresa e na tentativa de evitar efeitos secundários de sua crise.
As fontes caracterizaram a iniciativa como "preparação para uma possível tempestade", com o argumento de que agências de governos locais e empresas estatais foram instruídas a intervir apenas em último caso se a Evergrande não conseguir superar suas dificuldades de forma ordenada.
Segundo as fontes, governos locais foram incumbidos com a tarefa de prevenir turbulência e mitigar efeitos de contágio para compradores de imóveis e para a economia de forma geral, restringindo cortes de empregos, por exemplo, cenário que se torna cada vez mais provável à medida que a situação da Evergrande se agrava.
A Evergrande tem uma série de pagamentos de bônus a honrar nas próximas semanas, incluindo juros sobre bônus externos que vencem nesta quinta-feira (23).
Os governos locais também receberam a tarefa de reunir grupos de contadores e peritos legais para examinar as finanças das operações da Evergrande em suas respectivas regiões, discutir com incorporadoras locais a possibilidade de assumir projetos imobiliários locais e criar equipes para monitorar eventuais distúrbios públicos e protestos, dizem as fontes.
Porta-vozes da Evergrande e do gabinete chinês, conhecido como Conselho Estatal, não responderam imediatamente a pedidos para comentar o assunto.
Agência Estado
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