Porto Alegre, quarta-feira, 01 de setembro de 2021.
Porto Alegre,
quarta-feira, 01 de setembro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Venezuela

- Publicada em 15h27min, 01/09/2021.

Oposição venezuelana dá fim a boicote e concorrerá nas eleições regionais

Alegando que eleições eram fraudulentas, partidos não participaram dos pleitos de 2018 e 2020

Alegando que eleições eram fraudulentas, partidos não participaram dos pleitos de 2018 e 2020


FEDERICO PARRA /AFP/JC
A oposição venezuelana participará, de forma unificada, nas eleições de prefeitos e governadores de 21 de novembro, rompendo três anos de boicote e convocações à abstenção ao processo eleitoral no país. "Anunciamos à comunidade nacional e internacional nossa participação no processo de eleições regionais e municipais de 21 de novembro de 2021 pela Mesa da Unidade Democrática (MUD)", destaca um comunicado da Plataforma Unitária, lida por Marianela Anzola, militante do partido de oposição Um Novo Tempo.
A oposição venezuelana participará, de forma unificada, nas eleições de prefeitos e governadores de 21 de novembro, rompendo três anos de boicote e convocações à abstenção ao processo eleitoral no país. "Anunciamos à comunidade nacional e internacional nossa participação no processo de eleições regionais e municipais de 21 de novembro de 2021 pela Mesa da Unidade Democrática (MUD)", destaca um comunicado da Plataforma Unitária, lida por Marianela Anzola, militante do partido de oposição Um Novo Tempo.
O comunicado, divulgado terça-feira (31), é assinado pelos principais partidos opositores, que não participaram das eleições de 2018, quando o presidente Nicolás Maduro foi reeleito, nem das de 2020, quando perderam o controle do Parlamento. Nos dois casos, os opositores disseram que se tratavam de votações de fraudulentas.
Marianela foi acompanhada por várias lideranças da oposição, como o presidente do partido Ação Democrática, Henrique Ramos Allup, e o presidente do Primeiro Justiça, Tomás Guanipa, que conta com o ex-candidato à presidência Henrique Capriles.
No dia 29 de junho, o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela habilitou a coalizão MUD, inelegível desde 2018. O grupo já reunia grande parte dos apoiadores anti-Chávez e venceu as eleições legislativas de 2015.
Comentários CORRIGIR TEXTO
Conteúdo Publicitário