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Argentina

- Publicada em 18h08min, 19/03/2021.

Fernández diz que sua maior preocupação é salvar vidas e recuperar a Argentina economicamente

Presidente lembrou que a pandemia não terminou, e que há desafios, como a chegada de novas variantes mais contagiosas

Presidente lembrou que a pandemia não terminou, e que há desafios, como a chegada de novas variantes mais contagiosas


JUAN MABROMATA/afp/jc
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, afirmou na quinta-feira (18), que a "maior preocupação segue sendo salvar vidas e cuidar da recuperação econômica no país". Em pronunciamento por conta de um ano da Covid-19, o líder afirmou que há uma escassez global de vacinas, e que há atrasos nas entregas, com "somente 15 países recebendo mais de 10% das encomendas que realizaram".
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, afirmou na quinta-feira (18), que a "maior preocupação segue sendo salvar vidas e cuidar da recuperação econômica no país". Em pronunciamento por conta de um ano da Covid-19, o líder afirmou que há uma escassez global de vacinas, e que há atrasos nas entregas, com "somente 15 países recebendo mais de 10% das encomendas que realizaram".
Segundo Fernández, o país celebrou contratos para mais de 65 milhões de doses da vacina, mas somente 4 milhões chegaram. Desta forma, o presidente reforçou a continuidade dos cuidados pessoais para evitar contágios, afirmou que as fronteiras seguem fechadas e desaconselhou viagens de argentinos ao exterior.
O líder afirmou que conhece "muito bem as consequências econômicas", e que a Argentina "aprendeu a conviver e produzir com a Covid-19". No entanto, lembrou que a pandemia não terminou, e que há desafios, como a chegada de novas variantes mais contagiosas.
"Quando vemos situação epidemiológica da região, é evidente" que ainda há dificuldades, afirmou. Sobre as medidas de restrição aplicadas desde o ano passado, Fernández indicou que foram efetivas para preparar a rede de cuidados do país. "Alguns acreditaram que as medidas eram exageradas, mas mostrou-se necessário evitar o colapso do sistema de saúde, e, assim, salvar vidas", avaliou.
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