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Internacional

- Publicada em 11 de Março de 2021 às 17:48

Biden assina pacote fiscal 'histórico' de US$ 1,9 trilhão

Biden disse que, com o pacote, será possível dar à classe trabalhadora e à classe média 'uma chance de lutar'

Biden disse que, com o pacote, será possível dar à classe trabalhadora e à classe média 'uma chance de lutar'


MANDEL NGAN/afp/jc
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou na tarde desta quinta-feira (11), o pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão. Em breve cerimônia na Casa Branca, ele enfatizou a importância da medida, no momento em que o país tenta se recuperar do choque da Covid-19. "Esta legislação histórica busca reconstruir a espinha dorsal deste país", elogiou.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou na tarde desta quinta-feira (11), o pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão. Em breve cerimônia na Casa Branca, ele enfatizou a importância da medida, no momento em que o país tenta se recuperar do choque da Covid-19. "Esta legislação histórica busca reconstruir a espinha dorsal deste país", elogiou.
Biden disse que, com o pacote, será possível dar à classe trabalhadora e à classe média "uma chance de lutar". Primeira vitória legislativa do democrata, que assumiu o cargo em 20 de janeiro, a proposta de estímulos passou nesta quarta-feira (10), na Câmara dos Representantes, após já ter tramitado pelo Senado. A cerimônia na Casa Branca estava marcada para amanhã, mas foi adiantada para esta quinta-feira porque a aprovação da lei no Congresso ocorreu antes do esperado pelo mandatário.
A legislação inclui US$ 350 bilhões em ajuda financeira a governos estaduais e locais, pagamentos diretos de US$ 1,4 mil para indivíduos que ganham até US$ 75 mil por ano, a extensão dos benefícios de auxílio-desemprego de US$ 300 por semana, além de US$ 130 bilhões para escolas e US$ 14 bilhões para acelerar a distribuição de vacinas contra a Covid-19. A medida mais polêmica, o aumento do salário-mínimo do país de US$ 7,25 para US$ 15 a hora, foi retirada da proposta no Senado para agradar à ala mais moderada do partido.
Na quarta-feira, o pacote passou na Câmara com 220 votos favoráveis e 211 contrários. Nenhum republicano votou a favor da aprovação da lei, enquanto apenas um democrata votou contra. A proposta de estímulos já havia sido aprovada na Casa no final de fevereiro, mas voltou para análise dos deputados após sofrer alterações no Senado.
A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, afirmou, nesta quinta-feira, que os correligionários do presidente Joe Biden "não desistirão" de aumentar o salário-mínimo do país. "Tenho lutado por isso há muitos anos. E é nessa luta que estamos agora", declarou Pelosi durante uma coletiva de imprensa. De acordo com a democrata, o plano é importante porque é "sobre empregos e qualidade de vida".
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