Porto Alegre, segunda-feira, 08 de março de 2021.
Dia Internacional da Mulher.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
segunda-feira, 08 de março de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Estados Unidos

- Publicada em 21h08min, 08/03/2021.

Eduardo Bolsonaro nega atuação em ataque ao Capitólio

No domingo (7), reportagem de dois sites investigativos dos EUA associou Eduardo à tentativa de golpe

No domingo (7), reportagem de dois sites investigativos dos EUA associou Eduardo à tentativa de golpe


BRENDAN SMIALOWSKI/AFP/JC
O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) negou, nesta segunda-feira (8), ter participado de uma "reunião secreta" nos EUA, onde teria sido discutida a invasão de militantes aliados do então presidente Donald Trump ao Capitólio. "Queria ser tão poderoso como falam que sou", disse o deputado, que está em viagem a Israel com uma comitiva do governo brasileiro.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) negou, nesta segunda-feira (8), ter participado de uma "reunião secreta" nos EUA, onde teria sido discutida a invasão de militantes aliados do então presidente Donald Trump ao Capitólio. "Queria ser tão poderoso como falam que sou", disse o deputado, que está em viagem a Israel com uma comitiva do governo brasileiro.
O deputado afirma que estava em Washington, tentando agendar uma reunião com Jared Kushner, o genro de Trump. No entanto, como ele estava em viagem, numa missão para o Oriente Médio, ele teria sugerido a Eduardo Bolsonaro que se reunisse com sua mulher, Ivanka. Eduardo conta que aceitou a sugestão. "Ivanka, inclusive, segurou minha bebê no colo", disse o deputado. A foto foi postada por Eduardo nas redes sociais.
A reunião, que aconteceu na Casa Branca, foi a respeito das iniciativas conservadoras que o deputado lidera no País. "Estamos levando para o Brasil o CPAC (conferência de ação política conservadora), que é o maior movimento conservador do mundo, ainda neste ano, em junho."
Eduardo fez críticas ao ato de grupos pró-Trump, em janeiro. "Foi um movimento desorganizado. Foi lamentável. Ninguém desejava que isto ocorresse", disse. De acordo com ele, a invasão não serviu de nada, pois não havia um plano de ação elaborado.
"Se fosse organizada, teriam tomado o Capitólio e feito reivindicações que já estariam previamente estabelecidas pelo grupo invasor. Eles teriam um poder bélico mínimo para não morrer ninguém, matar todos os policiais lá dentro ou os congressistas que eles tanto odeiam. No dia em que a direita for 10% da esquerda, a gente vai ter guerra civil em todos os países do Ocidente", disse Eduardo Bolsonaro.
No domingo (7), reportagem de dois sites investigativos dos Estados Unidos associou Eduardo à tentativa de golpe no país. O nome do filho do presidente Jair Bolsonaro aparece, na publicação, como o único estrangeiro a participar de uma reunião do chamado "conselho de guerra" de Trump na residência privada do então presidente. 
Comentários CORRIGIR TEXTO