Porto Alegre, sexta-feira, 06 de novembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sexta-feira, 06 de novembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

estados unidos

- Publicada em 12h53min, 06/11/2020. Atualizada em 12h58min, 06/11/2020.

Eleições EUA: Líder da maioria no Senado afirma que 'cédulas enviadas ilegalmente' não devem ser contadas

McConnel não especificou a que votos se referia quando apontou as cédulas enviadas ilegalmente

McConnel não especificou a que votos se referia quando apontou as cédulas enviadas ilegalmente


DARREN MCCOLLESTER/AFP/JC
O líder da maioria no Senado dos EUA, o republicano Mitch McConnell, publicou em seu perfil no Twitter nesta sexta (6) uma mensagem em que defende que "cédulas enviadas ilegalmente" não devem ser contadas durante o processo de apuração para eleição presidencial nos EUA.
O líder da maioria no Senado dos EUA, o republicano Mitch McConnell, publicou em seu perfil no Twitter nesta sexta (6) uma mensagem em que defende que "cédulas enviadas ilegalmente" não devem ser contadas durante o processo de apuração para eleição presidencial nos EUA.
"Veja como isso deve funcionar em nosso grande país: Todo voto legal deve ser contado. Qualquer cédula enviada ilegalmente não deve. Todos os lados devem observar o processo. E os tribunais estão aqui para aplicar as leis e resolver disputas."
"É assim que os votos americanos decidem o resultado", conclui.
Na noite de quinta (5), o presidente americano, Donald Trump, fez um breve discurso na Casa Branca em que voltou a acusar, sem provas, fraudes nas eleições e afirmou que se fossem contados "os votos legais", ele venceria. "Se contar os ilegais, podem tentar roubar a eleição de nós", disse.
Assim como Trump, McConnel não especificou a que votos se referia quando apontou as cédulas enviadas ilegalmente, mas o presidente tem repetido que votos enviados por correio depois do dia da eleição não deveriam ser computados. Vários estados, entretanto, possuem leis que preveem essa prática, e a Justiça a considerou legal.
Folhapress
Comentários CORRIGIR TEXTO