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Literatura

- Publicada em 08h42min, 08/10/2020. Atualizada em 15h53min, 08/10/2020.

Louise Glück conquista Prêmio Nobel de Literatura em 2020

Escritora nasceu em 1943 em Nova Iorque, e atualmente vive em Cambridge, Massachusetts

Escritora nasceu em 1943 em Nova Iorque, e atualmente vive em Cambridge, Massachusetts


Henrik MONTGOMERY/TT News Agency/AFP/JC
A poetisa norte-americana Louise Glück é a Prêmio Nobel de Literatura 2020. A cerimônia foi transmitida por streaming da Suécia, onde a Academia - composta atualmente por sete membros - escolhe o laureado. A escritora foi escolhida "por sua voz poética inconfundível que, com beleza austera, faz universal a existência individual".
A poetisa norte-americana Louise Glück é a Prêmio Nobel de Literatura 2020. A cerimônia foi transmitida por streaming da Suécia, onde a Academia - composta atualmente por sete membros - escolhe o laureado. A escritora foi escolhida "por sua voz poética inconfundível que, com beleza austera, faz universal a existência individual".
Louise Glück nasceu em 1943 em Nova Iorque, e atualmente vive em Cambridge, Massachusetts. Além da literatura, ela é professora na Yale University, em Connecticut. A escritora estreou na poesia em 1968 com o livro Firstborn e entre outros prêmios importantes também levou o Pulitzer, pelo livro The Wild Iris, em 1993, e o National Book Award (2014). Dois anos depois, ela recebeu a National Humanities Medal do então presidente dos EUA, Barack Obama.
Louise Glück publicou doze coleções de poesia e alguns volumes de ensaios sobre o assunto. De acordo com a Academia Sueca, seu trabalho é caracterizado por uma busca pela clareza. Entre seus temas estão a infância e a vida em família. Os sonhos e ilusões são uns de seus processos na escrita.
"Mesmo se Glück nunca negaria a importância do contexto autobiográfico, ela não deve ser encarada como uma poeta confessional", diz a Academia Sueca. "Glück busca o universal, e nisso ela se inspira em mitos e motivos clássicos, presentes na maior parte do seu trabalho. As vozes de Dido, Perséfone e Eurídice - a abandonada, a punida, a traída - são máscaras para um eu lírico em transformação, tão personal quanto válido de maneira universal."
Sua obra é inédita em livro no Brasil.
Agência Estado
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