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Coronavírus

- Publicada em 16h31min, 24/09/2020.

Depois da Finlândia, Reino Unido treina cães para detectar Covid-19 em aeroportos

Na Finlândia, passageiros que os cães apontam como positivo são encaminhados para uma verificação convencional

Na Finlândia, passageiros que os cães apontam como positivo são encaminhados para uma verificação convencional


Antti Aimo-Koivisto/Lehtikuva/AFP/JC
Iniciado em Helsinque, na Finlândia, o programa de cães farejadores de Covid-19 em aeroportos começa a ser desenvolvido também no Reino Unido. Seis animais especializados em biodetecção estão sendo treinados em Milton Keynes, cidade da Inglaterra a 70 quilômetros a Noroeste de Londres. Para aprenderem a diferenciar os aromas, eles usam amostras de meias e camisetas de voluntários que tiveram teste positivo ou negativo para o vírus. Entre os voluntários estão 3,5 mil funcionários do Sistema Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) de todo o país.
Iniciado em Helsinque, na Finlândia, o programa de cães farejadores de Covid-19 em aeroportos começa a ser desenvolvido também no Reino Unido. Seis animais especializados em biodetecção estão sendo treinados em Milton Keynes, cidade da Inglaterra a 70 quilômetros a Noroeste de Londres. Para aprenderem a diferenciar os aromas, eles usam amostras de meias e camisetas de voluntários que tiveram teste positivo ou negativo para o vírus. Entre os voluntários estão 3,5 mil funcionários do Sistema Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) de todo o país.
Outro trabalho também está sendo desenvolvido pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (LSHTM, na sigla em inglês), juntamente com a Durham University e a instituição de caridade Medical Detection Dogs.
Desde quarta-feira (23), 16 cães trocam de turnos no Aeroporto de Helsinque no esquema para tentar uma nova forma de detectar o novo coronavírus em passageiros que chegam à Finlândia.
De acordo com uma pesquisa da faculdade de veterinária da Universidade de Helsinque, cães podem detectar Covid-19 com quase 100% de eficácia. "Estamos entre os pioneiros. Até onde sabemos, nenhum outro aeroporto tentou usar a detecção de odor canino em uma escala tão grande contra a Covid-19", disse a operadora aeroportuária finlandesa Finavia. "Este pode ser um passo a mais no caminho para vencer o vírus", acrescentou.
Neste período ainda experimental, não há contato direto entre cães e passageiros. O teste funciona com os viajantes tendo de esfregar um pano em sua pele que será verificado por um cão, separado em uma cabine. A intenção é manter o anonimato dos possíveis doentes e preservar os animais. Os passageiros que os cachorros apontarem como positivo - o que leva no máximo sete minutos - são encaminhados para fazerem uma verificação convencional adicional.
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