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Norte da Europa

Notícia da edição impressa de 29/06/2020. Alterada em 29/06 às 03h00min

Autoridades de Finlândia, Noruega e Suécia detectam níveis incomuns de radiação

Autoridades nucleares da Finlândia, Noruega e Suécia registraram um aumento considerado incomum nos níveis de radiação na região norte da Europa neste mês de junho, com o Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente da Holanda afirmando que os isótopos podem ter vindo do Oeste da Rússia e se tratar de "dano em elemento combustível de alguma usina nuclear". A estatal russa Rosenergoatom negou que haja algum problema nas duas plantas localizadas no nordeste do país.

Autoridades nucleares da Finlândia, Noruega e Suécia registraram um aumento considerado incomum nos níveis de radiação na região norte da Europa neste mês de junho, com o Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente da Holanda afirmando que os isótopos podem ter vindo do Oeste da Rússia e se tratar de "dano em elemento combustível de alguma usina nuclear". A estatal russa Rosenergoatom negou que haja algum problema nas duas plantas localizadas no nordeste do país.

A usina de Leningrado, localizada perto de São Petersburgo, e a de Kola, nos arredores da cidade Murmansk, estão "operando normalmente, com níveis de radiação dentro do padrão", disse uma fonte da estatal para a agência de notícias russa Tass. "Não houve nenhuma reclamação ou incidente relativo a vazamento de rádionucleotídeos."

As agências de controle nuclear dos países nórdicos destacam que a nuvem detectada na Finlândia, parte sul da Escandinávia e no mar Ártico é "inofensiva para humanos, animais ou plantas". Já o instituto holandês diz que os isótopos foram fabricados, o que indica o vazamento, mas ressalta que a localização exata da origem não é possível de ser determinada.

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