Porto Alegre, segunda-feira, 18 de maio de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
segunda-feira, 18 de maio de 2020.
Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

Ásia

Notícia da edição impressa de 18/05/2020. Alterada em 17/05 às 21h15min

Embaixador da China em Israel é encontrado morto em casa

Mídia estatal chinesa disse que as evidências preliminares apontam para complicações de saúde

Mídia estatal chinesa disse que as evidências preliminares apontam para complicações de saúde


Jack GUEZ/AFP/JC
O embaixador da China em Israel, Du Wei, foi encontrado morto em sua casa ao norte de Tel Aviv neste domingo, de acordo com autoridades israelenses. A causa da morte não foi esclarecida, mas as autoridades afirmam que não há indícios de crime. De acordo com veículos israelenses, o mais provável é que ele tenha sido vítima de um ataque cardíaco. Já a mídia estatal chinesa afirma que as evidências preliminares apontam para complicações de saúde, mas que "ainda são necessárias investigações adicionais".
O embaixador da China em Israel, Du Wei, foi encontrado morto em sua casa ao norte de Tel Aviv neste domingo, de acordo com autoridades israelenses. A causa da morte não foi esclarecida, mas as autoridades afirmam que não há indícios de crime. De acordo com veículos israelenses, o mais provável é que ele tenha sido vítima de um ataque cardíaco. Já a mídia estatal chinesa afirma que as evidências preliminares apontam para complicações de saúde, mas que "ainda são necessárias investigações adicionais".
Du Wei tinha 57 anos, era diplomata de carreira e vinha divulgando ativamente os posicionamentos da China em meio à pandemia do novo coronavírus desde que chegou a Israel, em fevereiro. Nas últimas semanas, o país entrou na rota das crescentes tensões comerciais e políticas entre a China e os Estados Unidos. O governo Trump pressiona Israel a adotar uma linha mais dura com a China, particularmente nas decisões de investimentos de Pequim em infraestrutura e na relação com empresas israelenses.
Embora receptivo às preocupações norte-americanas, Israel também vê a China como um mercado importante para empresas e produtos israelenses, além de fonte de investimento estrangeiro. O Ministério das Relações Exteriores da China não comentou a morte.
Comentários