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Reino Unido

Notícia da edição impressa de 25/03/2020. Alterada em 24/03 às 20h43min

Coronavírus: Reino Unido adota interdição, mas metrô de Londres fica cheio

As ruas do Reino Unido estavam muito mais tranquilas do que o normal nesta terça-feira (24), depois que o país decretou interdição para tentar deter a disseminação do coronavírus, mas os trens do metrô de Londres continuavam cheios e as ruas estavam longe de ficarem desertas.
As ruas do Reino Unido estavam muito mais tranquilas do que o normal nesta terça-feira (24), depois que o país decretou interdição para tentar deter a disseminação do coronavírus, mas os trens do metrô de Londres continuavam cheios e as ruas estavam longe de ficarem desertas.
Alguns trabalhadores também continuam a se manter próximos, mesmo depois de o primeiro-ministro, Boris Johnson, ter ordenado, na segunda-feira (23), que as pessoas fiquem em casa. Ele também disse que a maioria das lojas precisa fechar e proibiu reuniões sociais.
As restrições, que são inéditas em tempos de paz e durarão ao menos três semanas, visam impedir que o Sistema Nacional de Saúde estatal fique sobrecarregado depois que o número de mortes pela Covid-19 no Reino Unido subiu para 423 nesta terça-feira (24), com 8.163 casos.
Imagens de redes sociais mostraram trens do metrô de Londres repletos de viajantes. Também houve queixas de que os alertas são confusos ou não foram longe o suficiente.
Segundo as restrições, as pessoas só devem sair de casa por motivos muito limitados, como ir a supermercados ou para se exercitar uma vez por dia. Conselhos anteriores para evitar aglomerações foram ignorados - pessoas continuaram indo a parques e salões de beleza. Segundo o governo, medidas mais rígidas do que multas de 30 libras esterlinas (cerca de R$ 179,00) para pessoas que violarem as novas restrições podem ser adotadas.
Uma pesquisa do instituto YouGov revelou que 93% dos britânicos apoiam as medidas, mas que há divisões quando se indaga se multas serão uma forma de dissuasão suficiente. A enquete ainda mostrou que 66% acreditam que as regras serão muito fáceis ou bastante fáceis de seguir.