Porto Alegre, segunda-feira, 02 de março de 2020.
Dia Nacional do Turismo.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

Estados Unidos

Alterada em 02/03 às 20h30min

Trump e Duque discutem crise venezuelana e narcotráfico em reunião na Casa Branca

Presidentes da Colômbia e dos EUA fizeram duras críticas à situação da Venezuela

Presidentes da Colômbia e dos EUA fizeram duras críticas à situação da Venezuela


NICHOLAS KAMM / AFP/JC
A crise na Venezuela e o narcotráfico dominaram a agenda da reunião que o presidente dos EUA, Donald Trump, realizou nesta segunda-feira (2), com seu colega colombiano Iván Duque.
A crise na Venezuela e o narcotráfico dominaram a agenda da reunião que o presidente dos EUA, Donald Trump, realizou nesta segunda-feira (2), com seu colega colombiano Iván Duque.
"Uma das coisas de que estamos falando é a Venezuela, uma questão importante para nós", disse Trump. "Eles estão tratando o povo da Venezuela incrivelmente mal. Eles não têm água, não têm comida, não têm nada", declarou.
A crise venezuelana fez com que 4,5 milhões de pessoas fugissem do país. Elas escapam da inflação, que deixou o salário-mínimo mensal em apenas US$ 4, e de uma escassez de produtos básicos, como medicamentos.
A Colômbia recebeu pelo menos 1,6 milhão de imigrantes venezuelanos e Duque, um crítico aberto de Nicolás Maduro, pediu sanções mais duras contra o governo do presidente na Venezuela.
"É muito importante que sejamos mais rígidos com as sanções contra a ditadura na Venezuela", disse Duque. "A Venezuela está ficando sem coisas. Eles destruíram o sistema de saúde. Portanto, temos que trabalhar juntos este ano para que haja uma transição política e democrática que seja eficaz no país".
Maduro rompeu relações diplomáticas com Bogotá no início do ano passado, depois que o governo decidiu apoiar o autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, junto com os Estados Unidos e quase 60 outros países.