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Israel

Alterada em 02/03 às 18h25min

Boca de urna aponta vitória de Netanyahu

Boca de urna aponta panorama favorável para o partido Likud

Boca de urna aponta panorama favorável para o partido Likud


JACK GUEZ/AFP/JC
O partido Likud, do premiê Benjamin Netanyahu, foi o mais votado nas eleições desta segunda-feira (2) em Israel: a legenda conseguiu 37 cadeiras, contra 33 do Azul e Branco, principal legenda rival, segundo pesquisas de boca de urna divulgadas pelos canais de TV 12 e 13.
O partido Likud, do premiê Benjamin Netanyahu, foi o mais votado nas eleições desta segunda-feira (2) em Israel: a legenda conseguiu 37 cadeiras, contra 33 do Azul e Branco, principal legenda rival, segundo pesquisas de boca de urna divulgadas pelos canais de TV 12 e 13.
Ao considerar os votos obtidos pelos partidos que apoiam Netanyahu, o premiê teria o apoio de 60 assentos, e faltaria apenas um para conseguir a maioria e, assim, formar governo. O bloco de centro-esquerda e árabes somaria 54. Os números apontam um avanço de Netanyahu em relação à última votação, em setembro, quando o Likud conseguiu 32 assentos e o Azul e Branco, 33.
Havia temores de que a epidemia do novo coronavírus pudesse desmotivar os eleitores a irem votar, mas isso aparentemente não ocorreu. O país registra dez casos da doença.
Mais de 6 milhões estavam aptos a votar, e o comparecimento foi o mais alto desde 1999. Até 20h (15h em Brasília), 65,5% dos eleitores haviam participado, 1,8 ponto percentual a mais do que em setembro.
Ao sair do local de votação, Netanyahu disse que este era um dia de orgulho e convocou os cidadãos a irem às urnas.
Já Benny Gantz, líder do Azul e Branco, declarou: "Espero que hoje (ontem) seja o dia de mudar, acabar com a difamação e com as mentiras." O Likud foi multado em cerca de 7.500 shekels (R$ 9,6 mil) por espalhar um vídeo adulterado de Gantz.
Israel teve duas eleições em 2019, em abril e em setembro. Nas duas ocasiões, Netanyahu e Gantz tentaram formar governo, mas não conseguiram um acordo entre eles nem com outros partidos. Um dos entraves foi que Netanyahu se recusou a abrir mão da liderança do Likud e, por consequência, do cargo de premiê.