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Estados Unidos

Edição impressa de 06/02/2020. Alterada em 05/02 às 20h55min

Nancy Pelosi rasga discurso do Estado da União de Trump

Presidente da Câmara dos Deputados é umas das principais rivais de Trump

Presidente da Câmara dos Deputados é umas das principais rivais de Trump


MANDEL NGAN/AFP/JC
Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, rasgou a cópia do discurso do Estado da União, entregue a ela pelo presidente Donald Trump, logo após o final da fala dele. Enquanto o republicano falava, Mike Pence, vice-presidente que acumula o cargo de presidente do Senado, e Nancy, uma das principais rivais de Trump, ficaram posicionados atrás dele. Ao final do discurso, a democrata rasgou os papéis do discurso enquanto Trump era aplaudido.
Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, rasgou a cópia do discurso do Estado da União, entregue a ela pelo presidente Donald Trump, logo após o final da fala dele. Enquanto o republicano falava, Mike Pence, vice-presidente que acumula o cargo de presidente do Senado, e Nancy, uma das principais rivais de Trump, ficaram posicionados atrás dele. Ao final do discurso, a democrata rasgou os papéis do discurso enquanto Trump era aplaudido.
O gesto de Nancy foi visto como uma resposta a outro ato de Trump, ocorrido na chegada: ao recebê-lo no púlpito, na noite de terça-feira (4), ela estendeu a mão para cumprimentá-lo, mas ele a ignorou. No seu terceiro pronunciamento do Estado da União, Trump foi recebido como uma estrela de show de rock, com direito a entrada triunfal no Congresso e minutos de aplausos ininterruptos.
As palmas continuaram enquanto o presidente subia ao pódio e se preparava para começar a falar sobre o "grande retorno norte-americano". Enquanto isso, parlamentares gritavam "mais quatro anos! Mais quatro anos!", como se fosse um comício de campanha.
Trump começou seu discurso dizendo que "os anos de declínio norte-americano terminaram". Segundo o republicano, a economia do país está melhor do que nunca - com 7 milhões de novos empregos desde que ele assumiu, em janeiro de 2017 -, o Exército está reconstruído; as fronteiras, seguras; e o orgulho, restaurado. Há mais emprego, mais renda, e a pobreza e o crime estão diminuindo.
Como esperado, o presidente também falou longamente sobre imigração ilegal. "Se você vier ilegalmente, será prontamente removido", disse, antes de criticar as cidades santuário, a exemplo de Nova York, que tem políticas de tolerância a imigrantes sem papéis. Também prometeu que o muro na fronteira com o México ficará pronto, mas não deu um prazo.
A certa altura, parte dos democratas começaram a deixar a casa. Tim Ryan escreveu em uma rede social: "Já tive o bastante. É como assistir a uma luta profissional. É tudo falso".

Presidente exalta economia e ataca cidades santuário

Donald Trump chegou para o seu terceiro pronunciamento do Estado da União como uma estrela de show de rock, com direito a entrada triunfal no Congresso. Na noite de terça-feira, o presidente foi recebido com minutos de aplausos ininterruptos pelos congressistas.

As palmas continuaram enquanto o presidente subia ao pódio e se preparava para começar a falar sobre o "grande retorno norte-americano". Enquanto isso, parlamentares gritavam "mais quatro anos! Mais quatro anos!", como se fosse um comício de campanha.

Trump começou seu discurso dizendo que "os anos de declínio norte-americano terminaram". Segundo o republicano, a economia do país está melhor do que nunca - com 7 milhões de novos empregos gerados desde que ele assumiu, em janeiro de 2017 -, o Exército está reconstruído; as fronteiras, seguras; e o orgulho, restaurado. Há mais emprego, mais renda, e a pobreza e o crime estão diminuindo.

Como esperado, o presidente também falou longamente sobre imigração ilegal. "Se você vier ilegalmente, será prontamente removido", disse, antes de criticar as cidades santuário, a exemplo de Nova York, que tem políticas de tolerância a imigrantes sem papéis.

Também prometeu que o muro na fronteira com o México ficará pronto, mas não deu um prazo, e afirmou que, após um acordo assinado recentemente com nações da América Central, as tentativas de travessia na fronteira Sul dos EUA caíram 75%.

A certa altura, parte dos democratas começaram a deixar a casa. Tim Ryan escreveu em uma rede social: "Já tive o bastante. É como assistir a uma luta profissional. É tudo falso".

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