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Porto Alegre, sábado, 25 de janeiro de 2020.
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Saúde

Alterada em 25/01 às 09h14min

Mortes por coronavírus na China aumentam para 41; infectados chegam a 1.287

A maioria dos registros segue concentrada em Wuhan, na província de Hubei, onde o surto começou

A maioria dos registros segue concentrada em Wuhan, na província de Hubei, onde o surto começou


NICOLAS ASFOURI/AFP/JC
As mortes pelo novo coronavírus na China aumentaram para 41 e o número de infectados já chega a 1.287, segundo novo balanço divulgado pela TV estatal chinesa na noite desta sexta-feira (24). A maioria dos registros segue concentrada em Wuhan, na província de Hubei, onde o surto começou.
As mortes pelo novo coronavírus na China aumentaram para 41 e o número de infectados já chega a 1.287, segundo novo balanço divulgado pela TV estatal chinesa na noite desta sexta-feira (24). A maioria dos registros segue concentrada em Wuhan, na província de Hubei, onde o surto começou.
O aumento de casos ocorre no mesmo dia que a doença chegou à Europa, com três casos confirmados na França, de acordo com o Ministério da Saúde do país.
Além da China, onde o surto começou, já são 10 os países a confirmar casos da doença: França, Japão, Coreia do Sul, Singapura, Estados Unidos, Vietnã, Arábia Saudita, Taiwan, Nepal e Tailândia. Nos EUA, dois casos já foram confirmados e mais de 60 registros suspeitos estão em investigação.
No Brasil, o Ministério da Saúde colocou o País em alerta para o risco de transmissão do coronavírus, mesmo sem nenhum caso suspeito em território nacional. Profissionais de saúde e hospitais já estão sendo orientados de como agir caso o vírus chegue. O ministério descartou os cinco casos suspeitos que foram notificados por não se enquadrarem na definição estabelecida pela OMS.
Para ser classificado como caso suspeito, o paciente precisa apresentar os sintomas da doença (febre, tosse e dificuldade para respirar) e ter histórico de viagem para a região chinesa onde há surto.
A Secretaria da Saúde de São Paulo anunciou um plano para o monitoramento e resposta de casos suspeitos. A mobilização vai englobar os principais hospitais de referência, como Instituto de Infectologia Emílio Ribas e Hospital das Clínicas, e profissionais estão sendo treinados para fazer a detecção e notificação de possíveis casos da doença. (Com agências internacionais)
Estadão Conteúdo
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