Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 15 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Bolívia

15/01/2020 - 12h10min. Alterada em 15/01 às 12h12min

Ex-ministro da Bolívia é detido por suposta corrupção

Carlos Romero (centro) é acusado pelos delitos de não cumprimento de deveres e tráfico de influência

Carlos Romero (centro) é acusado pelos delitos de não cumprimento de deveres e tráfico de influência


AIZAR RALDES/AFP/JC
Carlos Romero, ex-ministro de Governo do ex-presidente boliviano Evo Morales, foi detido e levado para a sede do Ministério Público (MP) da Bolívia na terça-feira (14), para prestar declarações sobre suposto envolvimento em um caso de corrupção na Unidade Executora de Luta Integral contra o Narcotráfico (Uelicn). Ele é acusado pelos delitos de não cumprimento de deveres e tráfico de influência.
Carlos Romero, ex-ministro de Governo do ex-presidente boliviano Evo Morales, foi detido e levado para a sede do Ministério Público (MP) da Bolívia na terça-feira (14), para prestar declarações sobre suposto envolvimento em um caso de corrupção na Unidade Executora de Luta Integral contra o Narcotráfico (Uelicn). Ele é acusado pelos delitos de não cumprimento de deveres e tráfico de influência.
Romero estava internado, por desidratação severa, em um hospital em La Paz, desde o dia 10 de janeiro. Na terça-feira, após receber alta, foi detido e levado para prestar depoimento. Na semana anterior, ao chegar ao hospital, ele afirmou que estava sendo perseguido por "grupos de choque" que haviam tentado sequestrá-lo.
{'nm_midia_inter_thumb1':'', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'5c6f03d777ac4', 'cd_midia':8634598, 'ds_midia_link': 'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/gif/2019/02/21/banner_whatsapp_280x50px_branco-8634598.gif', 'ds_midia': 'WhatsApp Conteúdo Link', 'ds_midia_credi': 'Thiago Machado / Arte JC', 'ds_midia_titlo': 'WhatsApp Conteúdo Link', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '280', 'cd_midia_h': '50', 'align': 'Center'}
"Eles me sequestraram na minha casa, sou um perseguido político, atualmente sou um símbolo de perseguição política, não tenho garantias", afirmou semana passada.
Terça-feira, ao chegar à sede do MP, disse que "isso é injusto porque de denunciante passei a denunciado e tomarei as medidas legais".

Morales defende ex-ministro

No twitter, Evo Morales defendeu seu ex-ministro. "Sob o comando de Carlos Romero, denunciamos em nosso governo atos de corrupção na Unidade Executora de Luta Integral contra o Narcotráfico (Uelicn), e agora descobrimos que somos os acusados. O que o regime de fato de Áñez (Jeanine Áñez, presidente da Bolívia) quer não é justiça, é vingança e impunidade".
Romero foi denunciado pela deputada Rosemary Sandoval e, por duas vezes, não compareceu para prestar declarações sobre o caso. Sandoval acusa Romero e outras cinco pessoas de se beneficiarem indevidamente por conta dos cargos, além de uso indevido de influências, negociações incompatíveis com o exercício de funções públicas, resoluções contrárias à Constituição e descumprimento de deveres.
Os atos de corrupção se referem a irregularidades nos processos de licitação para a manutenção das aeronaves Hercules C-130 da Força-Tarefa Black Devils e dos helicópteros da Força-Tarefa Diablos Negros. Romero é acusado de favorecer a empresa Horizontal Aviation Company Bolivia SRL, responsável pela manutenção das aeronaves. Romero espera julgamento e passou a noite de ontem na sede da Força Especial de Luta contra o Crime.
Agência Brasil
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia