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- Publicada em 03h19min, 12/12/2019. Atualizada em 03h00min, 12/12/2019.

Brasil e Argentina têm muito a oferecer um ao outro, diz Bolsonaro

Após afirmar desejo de impedir que "nossos filhos e netos" não deixem o Brasil por uma "ideologia que não deu certo", o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse, ontem, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), que espera que tudo dê certo na Argentina.
Após afirmar desejo de impedir que "nossos filhos e netos" não deixem o Brasil por uma "ideologia que não deu certo", o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse, ontem, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), que espera que tudo dê certo na Argentina.
"O Brasil foi único país citado no discurso do presidente (Alberto) Fernández. Estamos prontos a implementar o mais rápido possível acordo com a União Europeia. A Argentina tem muito a nos oferecer. O Brasil tem muito a oferecer a Argentina também", ressaltou.
"Nosso governo só estará feliz quando todos os demais irmãos da América do Sul viverem em liberdade e democracia", disse Bolsonaro.
O presidente Jair Bolsonaro usou informação equivocada ao criticar a formação da nova equipe ministerial da Argentina. No discurso na CNI, ele lamentou que o novo chefe do Ministério da Defesa seria um general de brigada, posto que não está no topo da hierarquia militar. O nomeado por Fernández, Agustín Rossi, no entanto, é um engenheiro civil peronista que já ocupou o mesmo posto entre 2013 e 2015, durante a gestão de Cristina Kirchner.
"Peço a Deus que tudo dê certo na Argentina. Se bem que lamento a escolha do ministro da Defesa, um general de brigada. Tem que ser um general de Exército, ou um almirante de esquadra, ou um tenente-brigadeiro do ar, ou até um civil, que seja", disse Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, que era contrário à eleição de Fernández e enviou à posse, de última hora, o vice-presidente Hamilton Mourão, afirmou esperar que a Argentina dê certo, ressaltando que o país é o maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul.
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