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Porto Alegre, domingo, 24 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Colômbia

22/11/2019 - 21h20min. Alterada em 24/11 às 12h26min

Presidente da Colômbia decreta toque de recolher na capital em meio a protestos

Saques e vandalismo marcam os protestos na capital e geram medidas para conter violência

Saques e vandalismo marcam os protestos na capital e geram medidas para conter violência


RAUL ARBOLEDA/AFP/JC
O presidente da Colômbia, Iván Duque, decretou toque de recolher na noite desta sexta-feira (22) na capital Bogotá em meio a protestos que ocorrem no país desde essa quinta-feira (21).
O presidente da Colômbia, Iván Duque, decretou toque de recolher na noite desta sexta-feira (22) na capital Bogotá em meio a protestos que ocorrem no país desde essa quinta-feira (21).
"Solicitei ao prefeito de Bogotá Enrique Penalosa que apliquemos toque de recolher na cidade, a partir das 9 horas da noite. Nosso objetivo é garantir a segurança de todos os bogotanos", escreveu Duque, em sua conta oficial do Twitter.
O presidente também instituiu toque de recolher nas cidades de Bosa, Kennedy e Ciudad Bolívar. "Buscamos preservar a ordem e a segurança nestas zonas, com presença da polícia e do Exército Nacional", justificou.
A decisão ocorre um dia após aproximadamente 250 mil pessoas terem protestado na Colômbia, em um dia de greve geral. Foi uma das maiores manifestações da história recente do país.
Os manifestantes se opõem a uma série de reformas econômicas propostas pelo governo de Duque, que incluem mudanças no sistema de aposentadorias e medidas que permitirão que empresas contratem seus empregados por hora.
Nesta sexta-feira, houve enfrentamos entre manifestantes e a polícia, que resultaram em três mortes. Segundo a prefeitura de Bogotá, 79 ônibus foram vandalizados hoje e 40 estações pararam suas operações depois de serem atacadas por pessoas mascaradas.
Após os protestos, o presidente colombiano escreveu em seu Twitter oficial que "os fatos ocorridos, após a manifestação, são vandalismo puro e não obedecem à expressão da liberdade popular, nem serão legitimados pelo direito de protesto". "Não permitiremos saques, nem atentados contra a propriedade privada, e aplicaremos todo o peso da lei", completou Duque.
Estadão Conteúdo
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